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Há um fenómeno que merece atenção — ao olhar para 30 anos, os retornos de longo prazo do ouro já superaram em grande medida o mercado de ações. Não se trata de uma moda passageira de um determinado ano, nem de uma recuperação durante uma crise, mas do resultado real após atravessar ciclos de inflação, bolhas tecnológicas, crises financeiras e várias experiências de política monetária.
Isso não significa que o ouro se tornou mais "sedutor", mas que a lógica de funcionamento de todo o sistema financeiro está a mudar. O que aconteceu nos últimos 30 anos? A dívida global aumentou exponencialmente, o dinheiro fiduciário foi continuamente redefinido, as taxas de juro foram inicialmente artificialmente mantidas muito baixas e depois forçadas a subir drasticamente. Os aumentos do mercado de ações já não se devem tanto à maior capacidade de lucro das empresas, mas sim à entrada constante de liquidez e às bolhas de avaliação. O ouro é completamente diferente — não precisa de histórias, apenas é sensível a uma coisa: se a confiança na moeda foi ou não diluída.
Em um nível mais profundo, há uma redefinição das propriedades dos ativos. Antes, as ações eram uma ferramenta de crescimento, e o ouro, uma proteção pura. Agora? As ações parecem cada vez mais um produto de liquidez alavancada, enquanto o ouro reafirmou seu papel de âncora de ativos através de ciclos. Quando seus retornos vêm principalmente do dinheiro impresso pelos bancos centrais e não do crescimento real da produtividade, o peso do tempo começa a pender para o lado do ouro.