No primeiro dia de 2026, enquanto todos celebravam o Ano Novo, a história deu uma volta silenciosa.
Ontem à noite aconteceram três eventos, cada um por si já impressionante, mas juntos, estão a abrir as portas de uma era totalmente nova diante de nós. Primeiro: o banco mais top do mundo — JPMorgan Chase — anunciou: aceitar o Bitcoin como garantia para empréstimos. Imagine que as suas “cartas de jogo” guardadas de forma especial foram de repente reconhecidas pelo banco, podendo ser usadas como garantia para um empréstimo imobiliário. Isso significa que, na fortaleza do sistema financeiro tradicional, o Bitcoin foi oficialmente avaliado como um “ativo real”, e não apenas um símbolo de especulação. Segundo: liderada pelos EUA, uma parceria com 47 países foi estabelecida para compartilhar automaticamente os dados de transações de criptomoedas. Parece uma regulamentação mais rígida? Muito pelo contrário. É como se fosse uma “autoestrada de conformidade” para o fluxo global de fundos. Antes, grandes capitais evitavam entrar por medo de irregularidades ou por não entenderem bem as regras. Agora, com a estrada construída e as regras claras, esses fundos gigantes podem avançar com segurança. Terceiro: o Irã anunciou que aceitará criptomoedas como pagamento em negociações internacionais importantes, como mísseis e drones, para contornar o bloqueio financeiro. Não se trata mais de pequenas transações como comprar um café ou NFT. Quando um país escolhe usar criptomoedas para superar as sanções mais severas do mundo, isso prova a resistência e o valor da rede de criptomoedas, passando pelo teste de estresse final. 🌍 Um ativo, no mesmo dia, sendo reconhecido por bancos de elite, aceito por reguladores internacionais e atendendo às necessidades geopolíticas. Não é mais uma questão de “vai subir ou não”, mas de “o mundo já funciona assim, você acompanha ou fica para trás”. A velha história (cassino de altas e baixas) está chegando ao fim. A nova história (uma ferramenta fundamental para o sistema financeiro e político global) já começou. E tudo isso aconteceu nas primeiras 24 horas do Ano Novo. Você, prefere continuar assistindo à velha história ou ser um dos primeiros a protagonizar a nova? A resposta não está comigo, mas na sua próxima decisão.
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No primeiro dia de 2026, enquanto todos celebravam o Ano Novo, a história deu uma volta silenciosa.
Ontem à noite aconteceram três eventos, cada um por si já impressionante, mas juntos, estão a abrir as portas de uma era totalmente nova diante de nós.
Primeiro: o banco mais top do mundo — JPMorgan Chase — anunciou: aceitar o Bitcoin como garantia para empréstimos.
Imagine que as suas “cartas de jogo” guardadas de forma especial foram de repente reconhecidas pelo banco, podendo ser usadas como garantia para um empréstimo imobiliário. Isso significa que, na fortaleza do sistema financeiro tradicional, o Bitcoin foi oficialmente avaliado como um “ativo real”, e não apenas um símbolo de especulação.
Segundo: liderada pelos EUA, uma parceria com 47 países foi estabelecida para compartilhar automaticamente os dados de transações de criptomoedas.
Parece uma regulamentação mais rígida? Muito pelo contrário. É como se fosse uma “autoestrada de conformidade” para o fluxo global de fundos. Antes, grandes capitais evitavam entrar por medo de irregularidades ou por não entenderem bem as regras. Agora, com a estrada construída e as regras claras, esses fundos gigantes podem avançar com segurança.
Terceiro: o Irã anunciou que aceitará criptomoedas como pagamento em negociações internacionais importantes, como mísseis e drones, para contornar o bloqueio financeiro.
Não se trata mais de pequenas transações como comprar um café ou NFT. Quando um país escolhe usar criptomoedas para superar as sanções mais severas do mundo, isso prova a resistência e o valor da rede de criptomoedas, passando pelo teste de estresse final.
🌍 Um ativo, no mesmo dia, sendo reconhecido por bancos de elite, aceito por reguladores internacionais e atendendo às necessidades geopolíticas.
Não é mais uma questão de “vai subir ou não”, mas de “o mundo já funciona assim, você acompanha ou fica para trás”.
A velha história (cassino de altas e baixas) está chegando ao fim.
A nova história (uma ferramenta fundamental para o sistema financeiro e político global) já começou.
E tudo isso aconteceu nas primeiras 24 horas do Ano Novo.
Você, prefere continuar assistindo à velha história ou ser um dos primeiros a protagonizar a nova?
A resposta não está comigo, mas na sua próxima decisão.