#资产代币化 看到摩根大通把JPM Coin从Kinexys迁到Base,心里有点感慨。这件事看似简单——um grande banco troca a sua plataforma de tokens por uma nova na blockchain—mas a lógica por trás dessa mudança, que reflete uma evolução, merece uma análise cuidadosa.
Ainda me lembro de 2016, quando a blockchain era um tema tabu no setor financeiro. Os bancos estavam curiosos, mas também cautelosos, e a maioria optou por construir suas próprias redes privadas ou redes permissionadas, sendo o JPM Coin inicialmente uma dessas abordagens na Kinexys. Naquela época, pensávamos que essa seria a solução definitiva para as instituições financeiras—controle, isolamento, segurança.
Mas este ano, essa decisão mudou. De uma blockchain privada para a Base, isso não é apenas uma migração técnica, mas um sinal: a maturidade do ecossistema de blockchains públicas já faz com que as instituições financeiras tradicionais estejam dispostas a fazer concessões. O JPMorgan deixou claro—o mercado precisa de uma ferramenta de pagamento on-chain baseada em depósitos bancários, e as limitações das stablecoins também ficaram evidentes.
Isso me lembra de 2017, após o estouro da bolha de ICOs, quando muitos diziam que a tokenização não tinha futuro. Depois, em 2020, com a explosão do DeFi, todos entenderam que não era uma demanda falsa, apenas que o momento ainda não tinha chegado. Agora, a tokenização de ativos está seguindo esse mesmo caminho—de uma fase de idealismo para uma adoção mais pragmática por parte das instituições.
Curiosamente, o JPM Coin na blockchain pública como a Base reforça sua característica de "permissionada"—transfers na whitelist, aplicações de nível institucional. Não é uma vitória da descentralização, mas sim a infraestrutura de blockchain pública amadurecendo o suficiente para suportar requisitos de controle de risco de nível financeiro. Os ciclos continuam, mas cada volta eleva a barreira de entrada.
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#资产代币化 看到摩根大通把JPM Coin从Kinexys迁到Base,心里有点感慨。这件事看似简单——um grande banco troca a sua plataforma de tokens por uma nova na blockchain—mas a lógica por trás dessa mudança, que reflete uma evolução, merece uma análise cuidadosa.
Ainda me lembro de 2016, quando a blockchain era um tema tabu no setor financeiro. Os bancos estavam curiosos, mas também cautelosos, e a maioria optou por construir suas próprias redes privadas ou redes permissionadas, sendo o JPM Coin inicialmente uma dessas abordagens na Kinexys. Naquela época, pensávamos que essa seria a solução definitiva para as instituições financeiras—controle, isolamento, segurança.
Mas este ano, essa decisão mudou. De uma blockchain privada para a Base, isso não é apenas uma migração técnica, mas um sinal: a maturidade do ecossistema de blockchains públicas já faz com que as instituições financeiras tradicionais estejam dispostas a fazer concessões. O JPMorgan deixou claro—o mercado precisa de uma ferramenta de pagamento on-chain baseada em depósitos bancários, e as limitações das stablecoins também ficaram evidentes.
Isso me lembra de 2017, após o estouro da bolha de ICOs, quando muitos diziam que a tokenização não tinha futuro. Depois, em 2020, com a explosão do DeFi, todos entenderam que não era uma demanda falsa, apenas que o momento ainda não tinha chegado. Agora, a tokenização de ativos está seguindo esse mesmo caminho—de uma fase de idealismo para uma adoção mais pragmática por parte das instituições.
Curiosamente, o JPM Coin na blockchain pública como a Base reforça sua característica de "permissionada"—transfers na whitelist, aplicações de nível institucional. Não é uma vitória da descentralização, mas sim a infraestrutura de blockchain pública amadurecendo o suficiente para suportar requisitos de controle de risco de nível financeiro. Os ciclos continuam, mas cada volta eleva a barreira de entrada.