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Derrubada de tarifas, onda de reembolsos — A economia dos EUA realmente vai "acelerar" em 2026?
Entrando em 2026, o ritmo da Casa Branca mudou claramente. A antiga política de "palo de tarifas altas" começou a ser ajustada, e os EUA já adiaram planos de aumentar tarifas sobre móveis e armários. Os analistas de Wall Street perceberam um sabor diferente: em vez de continuar a brandir a tarifa como uma grande arma, é melhor usá-la como moeda de negociação. Primeiro, assustar o capital estrangeiro com a ameaça de tarifas altas, forçando-os a investir nos EUA; depois, reduzir as tarifas na hora certa, dando uma folga às famílias comuns sobrecarregadas pelos preços elevados. Até o Departamento do Tesouro está insinuando que essa estratégia de tarifas está perdendo eficácia.
Mas o verdadeiro "truque" ainda está por vir.
Após a reversão da política de redução de impostos de 2025, muitos americanos tiveram seus salários retidos a mais no ano passado. Na próxima temporada de declaração de impostos, mais de 100 milhões de contribuintes devem receber cheques de reembolso, com um valor médio de até 3278 dólares. Imagine — de repente, mais de três mil dólares na sua conta, como você gastaria? Os economistas do JPMorgan já deram a resposta: isso é "dinheiro da pandemia 2.0", que impulsiona diretamente o desejo de consumo, reacendendo a inflação já quente. O Escritório de Orçamento do Congresso até calculou que, só com esse ciclo de reembolsos, o crescimento do PIB de 2026 pode ser elevado em 0,4 pontos percentuais.
As vozes otimistas já começam a imaginar — em 2026, o crescimento econômico dos EUA será de 3% a 3,5%, e a "2020s rugindo" está prestes a chegar. Mas, se você olhar com atenção, na verdade tudo são armadilhas.
Primeiro, estímulos fiscais ilimitados farão o déficit federal aumentar, e a pressão sobre a dívida pública também. Se os rendimentos dos títulos do Tesouro dispararem de repente, todo o sistema de precificação de ativos vai tremer. Em segundo lugar, a geopolítica está se tornando cada vez mais complexa, com incertezas na Europa, tensões de longo prazo no Oriente Médio, qualquer evento de cisne negro pode virar as expectativas do mercado de cabeça para baixo. Por fim, e o mais difícil — com uma enxurrada de dinheiro entrando na economia, a inflação vai voltar? O Federal Reserve será forçado a parar de cortar taxas ou até mesmo a subir as taxas de juros?
Resumindo, a economia dos EUA em 2026 está caminhando na corda bamba entre "estímulo ao crescimento" e "explosão de riscos". A flexibilidade na política tarifária, combinada com grandes reembolsos fiscais, realmente impulsionará a economia para cima ou apenas criará novos riscos ocultos? A resposta a essa questão pode influenciar diretamente toda a lógica de alocação de ativos em 2026.
O que você acha dessa experiência econômica?