No centro das atenções está uma vulnerabilidade crítica nos ativos digitais: até mesmo as entidades governamentais não estão imunes a ataques de phishing. As autoridades de investigação na Coreia realizaram uma investigação sobre um dos incidentes mais incomuns na história da segurança em criptomoedas, revelando perdas significativas de uma reserva de bitcoins confiscados.
Investigação na Coreia: como desapareceram os ativos criptográficos confiscados
Os procuradores do distrito de Gwangju, na Coreia, iniciaram uma verificação sobre o desaparecimento de uma grande quantidade de bitcoins [BTC], que foram apreendidos durante um processo criminal. Uma auditoria interna confirmou suspeitas graves: os ativos digitais foram roubados através de um ataque de phishing ocorrido durante o armazenamento e gestão oficiais.
Um representante das autoridades, que conversou com os meios de comunicação locais, explicou: «No momento, estamos esclarecendo as circunstâncias relacionadas com o desaparecimento e a busca pelos itens confiscados. Ainda não podemos confirmar detalhes específicos». Este incidente na Coreia destaca um problema urgente: o phishing continua sendo uma das ameaças mais perigosas no setor de ativos digitais, independentemente do status da vítima.
Estatísticas globais: a escala do crypto-phishing continua a crescer
Pesquisas da empresa analítica Chainalysis revelaram a dimensão do problema. No ano passado, fraudes em criptomoedas e esquemas de manipulação financeira custaram às vítimas cerca de 17 bilhões de dólares, representando um crescimento impressionante de 1400% ao ano para um tipo específico de fraude — o phishing de identidade.
A tendência mais preocupante: ataques que utilizam tecnologias de inteligência artificial mostraram-se quase cinco vezes mais rentáveis do que métodos tradicionais. Essa circunstância contribuiu para o desenvolvimento de operações criminosas industrializadas, que empregam ferramentas especializadas de phishing como plataformas, tecnologias de vídeos sintéticos (deepfakes) e sistemas profissionalmente organizados de lavagem de dinheiro. Um ataque de crypto-phishing funciona de acordo com um esquema conhecido: os fraudadores enganam os usuários, induzindo-os a revelar chaves privadas, senhas ou frases mnemônicas, fingindo ser carteiras ou plataformas de negociação confiáveis.
Até mesmo governos na Coreia e em todo o mundo tornam-se alvos de criminosos
Por muito tempo, acreditou-se que as ameaças cibernéticas afetavam apenas investidores privados e plataformas comerciais de troca. No entanto, a situação na Coreia demonstra que as estruturas governamentais também estão na zona de risco. A arquitetura descentralizada e a irreversibilidade das transações no setor de criptomoedas tornam esses ativos especialmente atraentes para hackers experientes.
Paralelamente, a nível corporativo, observa-se um crescimento exponencial nos investimentos em proteção contra essas ameaças. Relatórios financeiros públicos das maiores corporações tecnológicas (Microsoft e Meta) confirmaram que os gastos com o desenvolvimento de inteligência artificial não desaceleram. A Microsoft destacou que a IA se tornou uma das principais áreas estratégicas da empresa, com perspectivas de crescimento a longo prazo. A Meta, por sua vez, anunciou planos de aumentar drasticamente os investimentos em 2026 para financiar seus laboratórios Meta Super Intelligence e seu negócio operacional principal.
O incidente na Coreia serve como um lembrete claro da necessidade de revisar as abordagens de segurança dos ativos digitais em todos os níveis — tanto para usuários privados quanto para órgãos governamentais.
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Como a Coreia enfrentou o problema do desaparecimento de bitcoins confiscados
No centro das atenções está uma vulnerabilidade crítica nos ativos digitais: até mesmo as entidades governamentais não estão imunes a ataques de phishing. As autoridades de investigação na Coreia realizaram uma investigação sobre um dos incidentes mais incomuns na história da segurança em criptomoedas, revelando perdas significativas de uma reserva de bitcoins confiscados.
Investigação na Coreia: como desapareceram os ativos criptográficos confiscados
Os procuradores do distrito de Gwangju, na Coreia, iniciaram uma verificação sobre o desaparecimento de uma grande quantidade de bitcoins [BTC], que foram apreendidos durante um processo criminal. Uma auditoria interna confirmou suspeitas graves: os ativos digitais foram roubados através de um ataque de phishing ocorrido durante o armazenamento e gestão oficiais.
Um representante das autoridades, que conversou com os meios de comunicação locais, explicou: «No momento, estamos esclarecendo as circunstâncias relacionadas com o desaparecimento e a busca pelos itens confiscados. Ainda não podemos confirmar detalhes específicos». Este incidente na Coreia destaca um problema urgente: o phishing continua sendo uma das ameaças mais perigosas no setor de ativos digitais, independentemente do status da vítima.
Estatísticas globais: a escala do crypto-phishing continua a crescer
Pesquisas da empresa analítica Chainalysis revelaram a dimensão do problema. No ano passado, fraudes em criptomoedas e esquemas de manipulação financeira custaram às vítimas cerca de 17 bilhões de dólares, representando um crescimento impressionante de 1400% ao ano para um tipo específico de fraude — o phishing de identidade.
A tendência mais preocupante: ataques que utilizam tecnologias de inteligência artificial mostraram-se quase cinco vezes mais rentáveis do que métodos tradicionais. Essa circunstância contribuiu para o desenvolvimento de operações criminosas industrializadas, que empregam ferramentas especializadas de phishing como plataformas, tecnologias de vídeos sintéticos (deepfakes) e sistemas profissionalmente organizados de lavagem de dinheiro. Um ataque de crypto-phishing funciona de acordo com um esquema conhecido: os fraudadores enganam os usuários, induzindo-os a revelar chaves privadas, senhas ou frases mnemônicas, fingindo ser carteiras ou plataformas de negociação confiáveis.
Até mesmo governos na Coreia e em todo o mundo tornam-se alvos de criminosos
Por muito tempo, acreditou-se que as ameaças cibernéticas afetavam apenas investidores privados e plataformas comerciais de troca. No entanto, a situação na Coreia demonstra que as estruturas governamentais também estão na zona de risco. A arquitetura descentralizada e a irreversibilidade das transações no setor de criptomoedas tornam esses ativos especialmente atraentes para hackers experientes.
Paralelamente, a nível corporativo, observa-se um crescimento exponencial nos investimentos em proteção contra essas ameaças. Relatórios financeiros públicos das maiores corporações tecnológicas (Microsoft e Meta) confirmaram que os gastos com o desenvolvimento de inteligência artificial não desaceleram. A Microsoft destacou que a IA se tornou uma das principais áreas estratégicas da empresa, com perspectivas de crescimento a longo prazo. A Meta, por sua vez, anunciou planos de aumentar drasticamente os investimentos em 2026 para financiar seus laboratórios Meta Super Intelligence e seu negócio operacional principal.
O incidente na Coreia serve como um lembrete claro da necessidade de revisar as abordagens de segurança dos ativos digitais em todos os níveis — tanto para usuários privados quanto para órgãos governamentais.