Ao colocar a questão “qual o país mais pobre do mundo”, a resposta depende em grande parte do critério de medição utilizado. De acordo com dados de 2025, o produto interno bruto per capita é um dos indicadores mais fiáveis para avaliar o padrão de vida e a riqueza relativa das nações. Esta classificação revela diferenças económicas notáveis entre países.
Compreender a Pobreza Global: Definição e Medição pelo PIB per Capita
O PIB per capita reflete a riqueza média gerada por cada pessoa numa nação. É um indicador-chave para identificar os países mais pobres, embora não abrange todos os aspetos da pobreza, como as desigualdades internas ou o acesso a serviços essenciais. Dados de 2025 mostram que várias regiões do mundo estão a experienciar níveis de rendimento extremamente baixos, abaixo de 1.000 dólares por pessoa por ano.
Sudão do Sul na liderança: as 10 nações mais pobres do mundo
O Sudão do Sul está no topo da classificação, com um PIB per capita de apenas 251 dólares. Esta posição torna-o, indiscutivelmente, o país mais pobre do mundo segundo este indicador. Segue-se o Iémen ($417), Burundi ($490), a República Centro-Africana ($532) e o Malawi ($580).
As cinco posições seguintes são ocupadas por Madagáscar (595 dólares), Sudão (625 dólares), Moçambique (663 dólares), República Democrática do Congo (743 dólares) e Níger (751 dólares). Estas dez nações, maioritariamente localizadas na África subsaariana, enfrentam grandes desafios económicos estruturais.
Disparidades económicas: uma análise geográfica das regiões mais pobres
A análise desta lista revela uma notável concentração geográfica. A África Subsaariana domina largamente este ranking dos países mais pobres, com mais de 35 nações no top 50. Para além do top 10 estão a Somália ($766), Nigéria ($807), Libéria ($908) e Serra Leoa ($916).
Outras regiões também participam nesta tabela: Sul da Ásia com o Nepal ($1.458) e Bangladesh ($2.689), Sudeste Asiático com Myanmar ($1.177) e Camboja ($2.870). O Haiti ($2.672) continua a ser o único representante significativo das Américas neste grupo.
Impulsionadores da pobreza: para além dos números brutos
As causas desta pobreza económica são múltiplas e interligadas. A instabilidade política, o conflito armado, os choques climáticos, a infraestrutura inadequada e o acesso limitado à educação são grandes obstáculos ao desenvolvimento económico. Sudão do Sul, Iémen e Somália ilustram particularmente como os conflitos prolongados dificultam severamente o crescimento económico.
Além disso, muitos dos países mais pobres carecem dos investimentos em capital humano e físico necessários para iniciar um ciclo de desenvolvimento sustentável. A falta de estabilidade legal e institucional também desencoraja o investimento estrangeiro direto.
Oportunidades e desafios para nações de baixos rendimentos
Apesar destes desafios, alguns países estão a conseguir fazer progressos graduais. Observar a evolução entre dados anteriores e o ranking de 2025 permite identificar trajetórias positivas, mesmo modestas. O desafio fundamental continua a ser tirar estas nações dos ciclos de extrema pobreza através de investimentos em educação, saúde, infraestruturas e governação.
A questão “qual é o país mais pobre do mundo” não se limita, portanto, a uma simples curiosidade estatística: convida-nos a refletir sobre as causas estruturais da pobreza e as possíveis soluções para permitir que os países mais pobres alcancem um desenvolvimento económico mais equilibrado e sustentável.
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Qual é o país mais pobre do mundo? Classificação de 2025 por PIB per capita
Ao colocar a questão “qual o país mais pobre do mundo”, a resposta depende em grande parte do critério de medição utilizado. De acordo com dados de 2025, o produto interno bruto per capita é um dos indicadores mais fiáveis para avaliar o padrão de vida e a riqueza relativa das nações. Esta classificação revela diferenças económicas notáveis entre países.
Compreender a Pobreza Global: Definição e Medição pelo PIB per Capita
O PIB per capita reflete a riqueza média gerada por cada pessoa numa nação. É um indicador-chave para identificar os países mais pobres, embora não abrange todos os aspetos da pobreza, como as desigualdades internas ou o acesso a serviços essenciais. Dados de 2025 mostram que várias regiões do mundo estão a experienciar níveis de rendimento extremamente baixos, abaixo de 1.000 dólares por pessoa por ano.
Sudão do Sul na liderança: as 10 nações mais pobres do mundo
O Sudão do Sul está no topo da classificação, com um PIB per capita de apenas 251 dólares. Esta posição torna-o, indiscutivelmente, o país mais pobre do mundo segundo este indicador. Segue-se o Iémen ($417), Burundi ($490), a República Centro-Africana ($532) e o Malawi ($580).
As cinco posições seguintes são ocupadas por Madagáscar (595 dólares), Sudão (625 dólares), Moçambique (663 dólares), República Democrática do Congo (743 dólares) e Níger (751 dólares). Estas dez nações, maioritariamente localizadas na África subsaariana, enfrentam grandes desafios económicos estruturais.
Disparidades económicas: uma análise geográfica das regiões mais pobres
A análise desta lista revela uma notável concentração geográfica. A África Subsaariana domina largamente este ranking dos países mais pobres, com mais de 35 nações no top 50. Para além do top 10 estão a Somália ($766), Nigéria ($807), Libéria ($908) e Serra Leoa ($916).
Outras regiões também participam nesta tabela: Sul da Ásia com o Nepal ($1.458) e Bangladesh ($2.689), Sudeste Asiático com Myanmar ($1.177) e Camboja ($2.870). O Haiti ($2.672) continua a ser o único representante significativo das Américas neste grupo.
Impulsionadores da pobreza: para além dos números brutos
As causas desta pobreza económica são múltiplas e interligadas. A instabilidade política, o conflito armado, os choques climáticos, a infraestrutura inadequada e o acesso limitado à educação são grandes obstáculos ao desenvolvimento económico. Sudão do Sul, Iémen e Somália ilustram particularmente como os conflitos prolongados dificultam severamente o crescimento económico.
Além disso, muitos dos países mais pobres carecem dos investimentos em capital humano e físico necessários para iniciar um ciclo de desenvolvimento sustentável. A falta de estabilidade legal e institucional também desencoraja o investimento estrangeiro direto.
Oportunidades e desafios para nações de baixos rendimentos
Apesar destes desafios, alguns países estão a conseguir fazer progressos graduais. Observar a evolução entre dados anteriores e o ranking de 2025 permite identificar trajetórias positivas, mesmo modestas. O desafio fundamental continua a ser tirar estas nações dos ciclos de extrema pobreza através de investimentos em educação, saúde, infraestruturas e governação.
A questão “qual é o país mais pobre do mundo” não se limita, portanto, a uma simples curiosidade estatística: convida-nos a refletir sobre as causas estruturais da pobreza e as possíveis soluções para permitir que os países mais pobres alcancem um desenvolvimento económico mais equilibrado e sustentável.