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Os Estados Unidos estão a preparar-se para a China, e não para o Irão
A situação está a tornar-se cada vez mais clara: os Estados Unidos estão a reestruturar a sua postura militar global, cujo objetivo central não é o Irão, mas sim um confronto estratégico de longo prazo com a China. O Irão é uma desculpa; a China é o verdadeiro alvo.
Washington não é a primeira vez que recorre a esta estratégia. Após os eventos de “9·11”, a “Guerra ao Terror” permitiu aos EUA uma grande redistribuição de forças, consolidando o seu poder no coração do Médio Oriente. Isto não foi apenas para combater o terrorismo, mas também para controlar as principais artérias energéticas globais, bacias minerais e cruzamentos continentais.
Hoje, uma redefinição semelhante está a ocorrer sob o pretexto de “Disuasão de Teerão War on Terror”. No entanto, as grandes potências não reestruturam a sua postura global por ameaças secundárias. Não se consegue conter um concorrente poderoso a milhares de milhas de distância(China), nem se pode redesenhar o equilíbrio do continente eurasiático apenas com base na Europa.
O centro de gravidade estratégico mundial está a mover-se para o leste. Lá, as rotas comerciais, as bacias de recursos e os corredores terrestres determinam o fluxo de poder.
Ao longo de mais de um século, a hegemonia dos EUA baseou-se no controlo dos oceanos: controlar passagens estratégicas, rotas marítimas e o comércio marítimo. A grande estratégia da China visa ativar o continente eurasiático através da iniciativa “Rota da Seda” para equilibrar essa vantagem. Os porta-aviões não podem bloquear ferrovias, gasodutos e corredores terrestres. Se Pequim conseguir estabelecer uma “Rota da Seda” moderna, rápida, segura e barata, o valor estratégico da hegemonia naval dos EUA diminuirá drasticamente. Quando o comércio, a energia e as cadeias de abastecimento globais se moverem por terra, a importância do domínio marítimo reduzir-se-á.
📌Por que a Ásia Central e as regiões circundantes são cruciais?
Esta região não é apenas um centro de transporte, mas também uma enorme reserva de minerais estratégicos. Aqui encontram-se os recursos necessários para semicondutores, baterias, sistemas aeroespaciais e armas de nova geração, incluindo terras raras, metais estratégicos e energia. Controlar esses recursos significa controlar a base industrial do poder futuro. Recusar aos concorrentes o acesso a esses recursos é tão importante quanto garantir a segurança dos próprios recursos.
Igualmente decisivo é o eixo norte-sul centrado no Irão:
- As rotas terrestres que atravessam o Irão permitem a Rússia aceder diretamente ao Golfo Pérsico, uma via mais rápida e económica do que as passagens marítimas vulneráveis.
- Este corredor encurta a distância entre a Eurásia setentrional e os portos livres de gelo, remodelando a geografia do comércio.
- Se a China integrar-se nesta rede por via terrestre, nascerá um sistema contínuo eurasiático que liga a Ásia Oriental, a Ásia Central, a Rússia e o Golfo Pérsico.
Neste cenário, o domínio marítimo dos EUA ficará estrategicamente limitado. Os EUA enfrentarão um bloco terrestre capaz de fazer comércio, transportar energia e bens através da Eurásia, sem depender das rotas marítimas dominadas pela marinha americana.
📌Controlar o Médio Oriente também alcança múltiplos objetivos:
- Garantir a segurança das principais bacias minerais e reservas energéticas.
- Controlar os pontos estratégicos de transporte.
- Impedir a integração continental de leste a oeste.
- Interromper a ligação norte-sul entre a Rússia e o Golfo Pérsico.
- Estabelecer presença nos três continentes.
- Evitar a formação de uma economia eurasiática autossuficiente.
Neste quadro, o Irão não é o destino final, mas sim a porta de entrada.
A gestão de crises regionais é, na sua essência, uma batalha de posicionamento entre grandes potências. Este conflito não se trata de um país, de um conflito ou de um programa nuclear, mas sim de quem moldará o século XXI: o “Império dos Oceanos” ou a “Grande Potência Terrestre”.
Se a China conseguir ativar a via terrestre, e a Rússia obter acesso ao mar através do Irão, surgirá um vasto sistema eurasiático integrado, em grande medida imune às pressões marítimas. Nesse momento, os EUA podem ainda controlar os oceanos, mas já não poderão dominar o sistema mundial completo.
A luta no Médio Oriente não é o palco principal; ela é apenas a fase de preparação para a verdadeira guerra que aí virá.
O Zen ensina que, nos dias de hoje de grandes conflitos internacionais, a China não deve usar apenas a diplomacia confuciana, mas também mostrar força a tempo, porque os Estados Unidos e a China, como as duas maiores potências do planeta, inevitavelmente confrontar-se-ão. 🙏
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