O Departamento de Comércio informou na quarta-feira que os novos pedidos de bens duráveis fabricados nos Estados Unidos caíram muito menos do que os economistas antecipavam em dezembro. Este resultado melhor do que o esperado sugere uma resiliência subjacente na procura por bens manufaturados de longa duração, apesar da retração mensal.
Queda menor do que o esperado em pedidos de dezembro
Os pedidos de bens duráveis recuaram 1,4 por cento em dezembro, após um aumento robusto de 5,4 por cento no mês anterior. Wall Street tinha previsto uma queda mais acentuada de 2,3 por cento, tornando o número real uma surpresa agradável para os observadores do mercado. A discrepância entre previsão e realidade indica um panorama econômico mais saudável do que os pessimistas temiam. Mesmo com a queda dos pedidos mês a mês, a magnitude da contração foi muito menor do que o esperado.
Fraqueza no setor de transporte pesa nos números gerais
O principal fator da queda em dezembro foi uma forte retração nos pedidos de equipamentos de transporte, que despencaram 5,3 por cento após um aumento de 15,2 por cento em novembro. Aeronaves e peças não militares lideraram a deterioração, caindo 24,9 por cento após um aumento dramático de 98,2 por cento no mês anterior. Essa volatilidade nos pedidos relacionados à aviação reflete a natureza irregular de grandes compras de capital neste setor, e não uma deterioração fundamental na demanda mais ampla por manufatura.
Atividade de manufatura principal mostra resiliência
Ao excluir a categoria volátil de equipamentos de transporte, os pedidos de bens duráveis na verdade avançaram 0,9 por cento em dezembro em comparação com novembro, que teve um aumento de 0,4 por cento. Essa métrica superou as expectativas dos economistas, que previam um aumento de 0,3 por cento. Os pedidos de produtos de informática e eletrônicos subiram 3,0 por cento, enquanto os pedidos de metais primários aumentaram 1,7 por cento, indicando força persistente nos setores de tecnologia e industrial.
Indicadores de investimento empresarial sinalizam crescimento estável
Pedidos de bens de capital sem incluir aeronaves, um indicador crucial de gastos de capital das empresas, cresceram 0,6 por cento em dezembro, após um crescimento de 0,8 por cento em novembro. As remessas dentro dessa mesma categoria — dados fundamentais para o cálculo do investimento em equipamentos no PIB — aumentaram 0,9 por cento em dezembro, após um modesto aumento de 0,2 por cento no mês anterior. Esses números estáveis sugerem que as empresas continuam dispostas a investir em equipamentos e maquinário, apesar das incertezas econômicas mais amplas.
A visão geral apresentada pelos dados de dezembro revela uma economia onde as retrações estão acontecendo, mas de forma muito menos dramática do que se temia, oferecendo algum alívio para formuladores de políticas e investidores que monitoram a saúde da manufatura.
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Pedidos de Bens Duráveis nos EUA Caem em Dezembro, Mas Muito Menos do que o Previsto
O Departamento de Comércio informou na quarta-feira que os novos pedidos de bens duráveis fabricados nos Estados Unidos caíram muito menos do que os economistas antecipavam em dezembro. Este resultado melhor do que o esperado sugere uma resiliência subjacente na procura por bens manufaturados de longa duração, apesar da retração mensal.
Queda menor do que o esperado em pedidos de dezembro
Os pedidos de bens duráveis recuaram 1,4 por cento em dezembro, após um aumento robusto de 5,4 por cento no mês anterior. Wall Street tinha previsto uma queda mais acentuada de 2,3 por cento, tornando o número real uma surpresa agradável para os observadores do mercado. A discrepância entre previsão e realidade indica um panorama econômico mais saudável do que os pessimistas temiam. Mesmo com a queda dos pedidos mês a mês, a magnitude da contração foi muito menor do que o esperado.
Fraqueza no setor de transporte pesa nos números gerais
O principal fator da queda em dezembro foi uma forte retração nos pedidos de equipamentos de transporte, que despencaram 5,3 por cento após um aumento de 15,2 por cento em novembro. Aeronaves e peças não militares lideraram a deterioração, caindo 24,9 por cento após um aumento dramático de 98,2 por cento no mês anterior. Essa volatilidade nos pedidos relacionados à aviação reflete a natureza irregular de grandes compras de capital neste setor, e não uma deterioração fundamental na demanda mais ampla por manufatura.
Atividade de manufatura principal mostra resiliência
Ao excluir a categoria volátil de equipamentos de transporte, os pedidos de bens duráveis na verdade avançaram 0,9 por cento em dezembro em comparação com novembro, que teve um aumento de 0,4 por cento. Essa métrica superou as expectativas dos economistas, que previam um aumento de 0,3 por cento. Os pedidos de produtos de informática e eletrônicos subiram 3,0 por cento, enquanto os pedidos de metais primários aumentaram 1,7 por cento, indicando força persistente nos setores de tecnologia e industrial.
Indicadores de investimento empresarial sinalizam crescimento estável
Pedidos de bens de capital sem incluir aeronaves, um indicador crucial de gastos de capital das empresas, cresceram 0,6 por cento em dezembro, após um crescimento de 0,8 por cento em novembro. As remessas dentro dessa mesma categoria — dados fundamentais para o cálculo do investimento em equipamentos no PIB — aumentaram 0,9 por cento em dezembro, após um modesto aumento de 0,2 por cento no mês anterior. Esses números estáveis sugerem que as empresas continuam dispostas a investir em equipamentos e maquinário, apesar das incertezas econômicas mais amplas.
A visão geral apresentada pelos dados de dezembro revela uma economia onde as retrações estão acontecendo, mas de forma muito menos dramática do que se temia, oferecendo algum alívio para formuladores de políticas e investidores que monitoram a saúde da manufatura.