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A arte da negociação: não prever, vantagem estatística, dividendos diversificados, flutuações aleatórias (valor de 10 milhões)
Primeiro, não prever, realmente é possível fazer boas negociações?
Segundo, o que é realmente o acompanhamento de tendências?
Terceiro, será que a diversificação de investimentos é uma estratégia conservadora ou um benefício estrutural?
Vamos analisar passo a passo.
Logo no início do podcast, surge uma questão bastante desafiadora. Se você abandonar completamente a previsão, ainda consegue fazer boas negociações?
A maioria das pessoas, ao entrar no mercado, assume um pré-requisito: negociação = previsão.
Antes de comprar ações, é preciso ter um motivo, como fundamentos sólidos da empresa, políticas favoráveis do país, setores em alta, ou simplesmente achar que vai subir.
A precisão na previsão parece refletir diretamente a capacidade do trader.
Para exemplificar, vamos usar um jogo clássico de cara ou coroa: imagine que você joga com Nick. Se der cara, você ganha 100 euros; se der coroa, perde 50 euros. Com probabilidades iguais de 50%, você participaria?
A resposta é claramente sim.
Porque, jogando a longo prazo, você garante lucro ou pelo menos não perde (expectativa matemática: 0,5×100 - 0,5×50 = 25 euros).
Agora, a questão crucial: você se importa se a próxima jogada será cara ou coroa? Você tentaria prever se a próxima será mais provável de ser cara?
Obviamente, não.
Pois sabe que é puro acaso, resultado imprevisível de uma única jogada. Mesmo perdendo duas vezes seguidas, continuará jogando, pois a expectativa geral é positiva.
Prever o resultado da próxima jogada não é uma questão relevante; isso não aumenta seu ganho a longo prazo. Você não precisa prever se será cara ou coroa, basta participar continuamente.
Mesmo perdendo várias vezes seguidas, a estrutura probabilística favorece você a longo prazo. Assim como na negociação.
Negociar não é prever o futuro, mas repetir uma estrutura de expectativa positiva.
Isso é completamente diferente do pensamento comum em investimentos.
Investir envolve lógica, análise fundamental, ciclos de setor; negociar envolve odds, relação risco-retorno, controle de posição.
Não se trata de se a negociação está certa ou errada, mas se esse tipo de sinal gera lucro a longo prazo.
Como um cassino que nunca prevê se a próxima rodada de baccarat será banca ou jogador, apenas define as probabilidades. Cada rodada pode ser ganha, mas o cassino vence no longo prazo.
Se você encara a negociação como uma prova de acerto, ficará emocional; se a encara como um jogo de probabilidades, focará na estrutura.
No podcast, Nick compartilhou seus dados de negociação do ano passado: 382 operações de fechamento, média de 19 dias de posse, taxa de vitória cerca de 40%, relação risco-retorno um pouco acima de 2:1 (lucro médio mais que o dobro da perda). Ou seja, 60% das operações são perdedoras, mas o lucro total é positivo. Isso porque a assimetria risco-retorno: ganha mais quando acerta, perde menos quando erra.
Outro detalhe interessante: Nick controla cerca de 4% de sua posição por operação.
O que isso significa? Que ele não permite apostar tudo numa única jogada. Mesmo com sinais excelentes, eles são apenas uma amostra estatística.
Costumamos pensar que a vantagem de um especialista está na capacidade de julgamento, mas na verdade, a maior vantagem está na aceitação da incerteza.
Não prever não é ausência de julgamento. Não prever é reconhecer que o resultado de uma única jogada é imprevisível, e focar na distribuição de longo prazo.
Quando se fala em seguir tendências, muitos pensam em “comprar na alta e vender na baixa”.
Mas a explicação de Nick é muito mais refinada: seguir tendência não é prever, é confirmar a tendência.
Prever é: acho que vai subir. Confirmar é: já está subindo.
Nick usou uma metáfora visual: procurar vaga de estacionamento.
Imagine que você entra num shopping dirigindo, procurando uma vaga. Como você faria? A maioria provavelmente tentaria uma perto da saída ou do elevador.
Se você for um investidor de valor, pode primeiro consultar o mapa do shopping, estudar sua estrutura, analisar qual vaga fica mais perto da saída.
Já um trader de tendência não olha o mapa, apenas observa onde há mais carros, onde há mais movimento, e busca ali uma vaga.
Por que lugares com mais carros tendem a estar mais próximos do elevador? Porque todos buscam conveniência. O fluxo de veículos é uma escolha coletiva, e por trás dessa escolha há informações reais.
A hipótese fundamental do trading de tendência é: o preço já incorporou todas as informações.
O mercado é como uma grande praça de apostas, onde todos fazem suas apostas. O preço é o resultado dessa votação.
Por trás disso, há uma ideia de mercado eficiente.
Você não precisa saber as notícias, nem o que aconteceu, basta acompanhar o fluxo de capital.
Por exemplo, você passa por uma vaga perto do elevador, mas, surpreendentemente, ela está vazia. Você escolheria estacionar ali?
Para um investidor de valor, essa é uma oportunidade: um ativo com bons indicadores (subavaliado, de alta qualidade, pouco procurado).
Para um trader de tendência, essa é uma armadilha: se o lugar é tão bom, por que ninguém estaciona? Talvez o elevador esteja quebrado ou a saída fechada.
No mercado de ações, isso é como ações com fundamentos aparentemente perfeitos, mas que continuam caindo. Investidores de valor tentam o fundo do poço, esperando retorno à média; traders de tendência acreditam que o mercado está sempre certo, e que há uma razão oculta para a fuga de capital.
Negociar na tendência é muitas vezes criticado por efeito manada. Nick não evita essa crítica; admite que faz parte do grupo: “Seguir o que todo mundo faz”.
Mas ele destaca que um trader de tendência não é um seguidor cego, que só olha para o rabo do outro, mas um “gato com drone na cabeça”.
Visão global: você precisa saber se o rebanho na leste está crescendo ou se na oeste está se dispersando. O que importa não é quem corre mais rápido, mas qual rebanho está se formando.
Momento de entrada: você não deve ser o primeiro a liderar (que é uma aposta), nem o último a pegar a carona. O ideal é entrar quando o rebanho começa a se consolidar, antes de atingir o limite.
Essa lógica explica por que os traders de tendência gostam de comprar na alta. Eles não buscam o ponto mais baixo, pois esse geralmente é o momento em que a tendência ainda não se formou.
Preferem esperar o movimento subir 10%, confirmar o sinal, e então entrar, aproveitando a fase mais forte. Estão dispostos a pagar um pouco mais, pois “preço alto” é uma confirmação de tendência.
Claro que parece simples, mas na prática é difícil.
Pois seguir tendência exige stop-loss frequente. Você será sacudido por oscilações. Pode passar por perdas consecutivas. Pode duvidar das regras.
Mas, se o sistema tem expectativa positiva, uma grande tendência compensará as perdas menores anteriores.
O podcast também menciona um problema real: na maior parte do tempo, o mercado não tem tendência, e a estratégia sofre desgaste. Os lucros reais vêm de poucos movimentos extremos. Isso explica por que os traders de tendência diversificam seus mercados.
Na teoria, diversificação é uma ideia repetida: não colocar todos os ovos na mesma cesta, reduzir riscos, aumentar as chances de ganho.
Nick, com uma abordagem criativa, revela uma vantagem mais profunda: na premissa de que o mercado oscila aleatoriamente, a diversificação por si só gera retorno positivo, uma consequência matemática, não apenas uma estratégia de risco.
Vamos fazer uma análise simples: suponha que a probabilidade de um ativo subir 100% ou cair 50% seja igual. Você compra duas ações com 1 euro cada: uma dobra de valor, outra cai pela metade. Quanto você terá no final?
Resposta: 2,5 euros. O capital inicial de 2 euros, com uma subida e uma queda aleatórias, cresce 25%.
Por quê? Porque a queda máxima é até zero (perder tudo), enquanto a alta é ilimitada. Essa assimetria faz a soma dos ativos diversificados gerar retorno positivo.
Outro exemplo: uma queda de 10% exige uma alta de 11% para recuperar; uma queda de 20% exige uma alta de 25%; uma de 50% exige uma alta de 100%.
Para recuperar perdas, é preciso uma alta maior. Mas, ao diversificar em vários ativos, uma alta expressiva de alguns pode compensar perdas de outros, levando ao crescimento geral.
Essa é a vantagem estatística da diversificação: parece que estamos assumindo riscos de várias ações, mas na verdade estamos explorando a assimetria de alta e baixa, e lucrando com a regularidade matemática.
Para validar essa ideia, Nick criou um mundo fictício chamado “Shan Hai Jing”. Nesse universo, há 240 criaturas míticas (equivalentes a ações), com nomes estranhos, e suas variações diárias de preço são totalmente aleatórias.
Note que é pura aleatoriedade. Sem fundamentos, sem balanços, sem manipuladores, sem lógica alguma. Essas criaturas têm variações que seguem uma distribuição log-normal, média zero. Teoricamente, esses números aleatórios, ao longo do tempo, deveriam não gerar lucro nem prejuízo.
Mas o resultado surpreendente: o índice “Shan Hai Jing”, formado por essas 240 criaturas aleatórias, subiu quase 230% em 26 anos, com uma trajetória relativamente estável para cima.
Por que ativos com variações puramente aleatórias, ao serem diversificados, podem gerar lucro a longo prazo?
A resposta é a soma das diversificações, que amplifica a assimetria de alta e baixa. As perdas máximas de um ativo podem chegar a zero, mas as altas de outros podem ser ilimitadas, fazendo o índice geral seguir uma tendência de alta.
A conclusão principal desse experimento é: muitos índices obtêm grande parte de seu retorno do benefício da diversificação, mais do que do efeito de juros compostos ou inflação. O benefício da diversificação é subestimado pelo mercado.
Na prática, esse benefício é ainda maior, pois o mercado real não é apenas aleatório, mas apresenta tendências, e o efeito manada torna as caudas da distribuição mais evidentes.
Durante altas, os ganhos tendem a ser maiores; nas quedas, as perdas também aumentam, mas a diversificação ainda permite capturar mais ganhos e cobrir perdas.
Por isso, Warren Buffett valoriza tanto os fundos indexados: eles, por sua própria estrutura, eliminam os ativos ruins e mantêm os bons, perpetuando a vantagem estatística da diversificação.
Quando você não prevê o desempenho de um ativo, a diversificação é uma escolha natural. Você não precisa saber qual ação será a próxima estrela, só precisa estar presente quando ela aparecer.
Essa é uma estratégia de paciência probabilística.
Resumindo: do mundo da previsão para o mundo da probabilidade
Ao juntar esses três conceitos, você encontra uma estrutura completa:
Não prever é aceitar a incerteza de cada operação; seguir tendências é respeitar o comportamento do preço; diversificar é aproveitar a estrutura estatística.
Eles não são técnicas isoladas, mas uma visão de mundo.
Estamos acostumados a pensar de forma linear: porque A, então B. Porque fundamentos melhores, então ações sobem. Porque juros caem, então ativos se reavaliam.
Mas o mercado é mais parecido com um sistema complexo. É resultado de combinações probabilísticas, emoções, disseminação de informações. Nesse sistema, prever muitas vezes é uma ilusão.
E a única coisa que podemos realmente dominar é a estrutura estatística.
Ela não te diz o que comprar amanhã, nem indica ativos específicos, nem promete alta taxa de acerto.
Ela traz a negociação para um nível mais simples: se o futuro é imprevisível, como podemos criar vantagem na incerteza?
A resposta é: projetando estruturas, não opiniões.
O mercado nunca te dá uma resposta definitiva, mas fornece uma amostra suficiente.
Seu papel não é adivinhar se a próxima operação será certa ou errada, mas criar um sistema que, após cem operações, a resposta venha naturalmente.
Nesse momento, você não tenta controlar o futuro, mas aprende a conviver com o aleatório.