Revendo as notícias do mês passado, percebi uma coisa, mas nos últimos meses o mapa político do Oriente Médio e da Europa Oriental mudou bastante. Especialmente o Irã parece ter passado por um grande ponto de virada.



No final de fevereiro, os Estados Unidos e Israel realizaram uma operação militar conjunta de grande escala, e surgiu a notícia de que o líder do Irã, Hameinei, havia falecido. Desde a Revolução Islâmica de 1979, o regime teocrático que governava o Irã chegou ao fim, marcando o fim de um sistema autoritário sob uma estrutura de governo religiosa.

O que é interessante é que esse evento não é apenas um problema de um país, mas simboliza uma redução global de regimes ditatoriais. Nos últimos um pouco mais de um ano, vários líderes ditatoriais conhecidos internacionalmente perderam o poder. Além de Hameinei, Bashar da Síria, Maduro da Venezuela também deixaram o governo.

Mas ainda há ditadores que permanecem no poder atualmente. Putin, da Rússia; Kim Jong-un, da Coreia do Norte; Lukashenko, de Belarus; e Ortega, da Nicarágua. O que acontecer com esses regimes terá um grande impacto na economia mundial.

Do ponto de vista de investimentos, o colapso de regimes ditatoriais tem uma alta probabilidade de levar à estabilidade do mercado a longo prazo. Com a redução dos riscos geopolíticos, o sistema econômico global pode se desenvolver de forma mais saudável, e o ambiente de investimento também melhora. Portanto, pessoalmente, quero ver todos os regimes ditatoriais remanescentes saírem do palco da história. Isso será um grande passo em direção à paz mundial e ao crescimento econômico.
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