Há sempre alguns casos no mundo das criptomoedas que podem de repente transformar riscos aparentemente distantes em uma realidade concreta.
Uma experiência com uma carteira foi exatamente assim. Ele comprou PEPE por 27 dólares — naquela época, esse token quase não tinha atenção, o preço era quase zero. Quem diria que, com o passar do tempo, esse investimento na sua conta seria avaliado em 67 milhões de dólares. Sim, aquele tipo de número que pode mudar vidas.
Mas há uma reviravolta sufocante: ele não consegue retirar. Nem um centavo.
Por quê? A resposta está escondida no código do contrato inteligente. O contrato desse token deu ao desenvolvedor um privilégio — pode bloquear permanentemente qualquer endereço. Parece absurdo, mas é exatamente assim, simples e brutal. Sua carteira na blockchain mostra um saldo de sete dígitos, mas assim que ela é congelada, ela se torna uma sequência de números inúteis. O desenvolvedor nem precisa excluir seus ativos; com um clique, sua propriedade deixa de existir.
Este não é um caso isolado. Histórias semelhantes são comuns no universo das Meme coins — aqueles imitadores do DOGE, e várias novas "próximas moedas de 100x", muitas vezes com backdoors assim nos contratos.
Isso revela uma questão fundamental: o que realmente é propriedade de um ativo?
No mundo das criptomoedas, essa resposta tem duas camadas. A primeira, você precisa possuir a chave privada. Essa é a base — com a chave na mão, o ativo é seu. Mas isso não é suficiente. A segunda camada é mais oculta e mais fatal: você precisa entender o que o contrato inteligente permite e o que proíbe. Se o criador do contrato deixou funções privilegiadas — congelar, bloquear, emitir infinitamente — então a propriedade na teoria é uma ilusão. Você não é o dono dessas moedas; você está apenas emprestando um número de um livro-razão de terceiros.
Essa é a maior armadilha das Meme coins. Pequenos projetos não auditados, que se dizem "autonomia comunitária", mas na essência são totalmente centralizados. Histórias de riqueza rápida são atraentes, mas o preço pode ser entregar seu dinheiro a um estranho desconhecido, na esperança de que ele não se arrependa.
O que fazer? Na verdade, há apenas algumas regras:
Primeiro, verifique se o contrato dessa moeda passou por uma auditoria de segurança confiável. Nem todas as auditorias são confiáveis, mas pelo menos alguém revisou o código. Segundo, leia você mesmo o arquivo do contrato — especialmente as funções de privilégios especiais. Funções de congelamento, listas de bloqueio, mecanismos de emissão — tudo isso precisa ser entendido claramente. Por fim, pergunte a si mesmo uma questão crucial: estou investindo em uma comunidade descentralizada de verdade, ou estou apostando em um jogo controlado por um ponto único de controle?
A segurança do ativo só pode ser garantida por duas coisas: transparência absoluta do código e uma operação verdadeiramente descentralizada. Qualquer promessa de alguém — incluindo os desenvolvedores ou líderes da comunidade — não é confiável.
Essa história de 27 dólares para 67 milhões na verdade está perguntando a cada participante: quando riqueza e risco estão tão próximos, qual será sua escolha?
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CryptoSourGrape
· 01-05 08:55
Se ao menos tivesse tido a coragem de investir na rodada seed do PEPE... Agora, só de pensar nesta história de 67 milhões, fico triste.
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NFTragedy
· 01-05 05:34
Droga, mais uma vez essa história, contrato com backdoor, já estou farto... Ainda é a mesma coisa, as meme moedas são apostas, olhar o código é muito mais confiável do que olhar os gráficos K-line
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RebaseVictim
· 01-03 15:56
Meu Deus, de 27 yuan para 67 milhões, e ainda assim não consegue sacar nem um centavo? Deve ser desesperador assim.
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BoredWatcher
· 01-03 15:43
27 dólares transformados em 67 milhões, e daí? Os desenvolvedores podem te bloquear com um clique e você vira apenas uma peça de decoração num número, essa é a verdade sobre as meme coins.
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BridgeNomad
· 01-03 15:35
ngl esta história do pepe tem um impacto diferente... já vi as mesmas suposições de confiança desmoronar muitas vezes. a auditoria do código do contrato realmente não é mais opcional
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PortfolioAlert
· 01-03 15:33
Caramba, de 27 yuan para 67 milhões e não conseguir sacar nem um centavo, quão desesperador deve ser isso
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MidnightGenesis
· 01-03 15:33
Os dados on-chain mostram que esses casos na verdade são muito mais numerosos do que os expostos, apenas na maioria das vezes sem repercussão.
Há sempre alguns casos no mundo das criptomoedas que podem de repente transformar riscos aparentemente distantes em uma realidade concreta.
Uma experiência com uma carteira foi exatamente assim. Ele comprou PEPE por 27 dólares — naquela época, esse token quase não tinha atenção, o preço era quase zero. Quem diria que, com o passar do tempo, esse investimento na sua conta seria avaliado em 67 milhões de dólares. Sim, aquele tipo de número que pode mudar vidas.
Mas há uma reviravolta sufocante: ele não consegue retirar. Nem um centavo.
Por quê? A resposta está escondida no código do contrato inteligente. O contrato desse token deu ao desenvolvedor um privilégio — pode bloquear permanentemente qualquer endereço. Parece absurdo, mas é exatamente assim, simples e brutal. Sua carteira na blockchain mostra um saldo de sete dígitos, mas assim que ela é congelada, ela se torna uma sequência de números inúteis. O desenvolvedor nem precisa excluir seus ativos; com um clique, sua propriedade deixa de existir.
Este não é um caso isolado. Histórias semelhantes são comuns no universo das Meme coins — aqueles imitadores do DOGE, e várias novas "próximas moedas de 100x", muitas vezes com backdoors assim nos contratos.
Isso revela uma questão fundamental: o que realmente é propriedade de um ativo?
No mundo das criptomoedas, essa resposta tem duas camadas. A primeira, você precisa possuir a chave privada. Essa é a base — com a chave na mão, o ativo é seu. Mas isso não é suficiente. A segunda camada é mais oculta e mais fatal: você precisa entender o que o contrato inteligente permite e o que proíbe. Se o criador do contrato deixou funções privilegiadas — congelar, bloquear, emitir infinitamente — então a propriedade na teoria é uma ilusão. Você não é o dono dessas moedas; você está apenas emprestando um número de um livro-razão de terceiros.
Essa é a maior armadilha das Meme coins. Pequenos projetos não auditados, que se dizem "autonomia comunitária", mas na essência são totalmente centralizados. Histórias de riqueza rápida são atraentes, mas o preço pode ser entregar seu dinheiro a um estranho desconhecido, na esperança de que ele não se arrependa.
O que fazer? Na verdade, há apenas algumas regras:
Primeiro, verifique se o contrato dessa moeda passou por uma auditoria de segurança confiável. Nem todas as auditorias são confiáveis, mas pelo menos alguém revisou o código. Segundo, leia você mesmo o arquivo do contrato — especialmente as funções de privilégios especiais. Funções de congelamento, listas de bloqueio, mecanismos de emissão — tudo isso precisa ser entendido claramente. Por fim, pergunte a si mesmo uma questão crucial: estou investindo em uma comunidade descentralizada de verdade, ou estou apostando em um jogo controlado por um ponto único de controle?
A segurança do ativo só pode ser garantida por duas coisas: transparência absoluta do código e uma operação verdadeiramente descentralizada. Qualquer promessa de alguém — incluindo os desenvolvedores ou líderes da comunidade — não é confiável.
Essa história de 27 dólares para 67 milhões na verdade está perguntando a cada participante: quando riqueza e risco estão tão próximos, qual será sua escolha?