A credora de criptomoedas falida Celsius Network intensificou a sua batalha legal no final de 2022 ao apresentar acusações formais contra a KeyFi e o seu CEO Jason Stone, alegando que os réus tomaram ilegalmente ativos digitais valiosos e exigindo restituição. A disputa decorre da aquisição, por parte da Celsius, de uma participação na KeyFi em 2020. Segundo documentos judiciais apresentados nos processos de falência, a Celsius afirma que as partes acusadas envolveram-se em “má gestão, engano e conversão de ativos.”
Acusações Centram-se em Apropriação Indevida e Táticas de Encobrimento
A equipa jurídica da Celsius argumenta que Jason Stone e a KeyFi fizeram mais do que má gestão dos ativos adquiridos — alegadamente perpetraram fraude intencional. A rede acusa-os especificamente de utilizarem Tornado Cash, um serviço de mistura de criptomoedas então operacional, projetado para obscurecer as origens das transações, para esconder provas do alegado roubo de ativos. Esta alegação sugere uma tentativa deliberada de esconder pistas, em vez de simples negligência.
Os danos reclamados são substanciais. A Celsius sustenta que as perdas resultantes de negligência demonstrada atingem muitas dezenas de milhões de dólares, com fundos potencialmente roubados a acrescentar outra camada de prejuízo financeiro semelhante. A escala do impacto financeiro sublinha a gravidade das acusações feitas nesta disputa de criptomoedas.
KeyFi Contra-Ataca com Alegações de Manipulação de Mercado
O conflito é decididamente de duas partes. No início de 2022, Jason Stone e a KeyFi iniciaram a sua própria ação contra a Celsius, contra-atacando com acusações graves. Alegaram que a credora envolveu-se em manipulação de mercado de criptomoedas e, mais criticamente, não implementou controles básicos de contabilidade para proteger os depósitos dos clientes — uma acusação grave, dado o eventual pedido de falência da Celsius. Este confronto legal demonstra como o rápido crescimento da indústria de criptomoedas ultrapassou os quadros de governança.
A disputa destaca vulnerabilidades mais amplas no setor de empréstimos de criptomoedas e as consequências litigiosas quando parcerias entre grandes players deterioram-se. Ambas as partes continuam a afirmar a sua versão dos acontecimentos através do sistema judicial de falências, deixando a resolução final incerta.
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Jason Stone e Celsius em Disputa Acirrada de Criptomoedas: Rede Apresenta Acusações de Fraude
A credora de criptomoedas falida Celsius Network intensificou a sua batalha legal no final de 2022 ao apresentar acusações formais contra a KeyFi e o seu CEO Jason Stone, alegando que os réus tomaram ilegalmente ativos digitais valiosos e exigindo restituição. A disputa decorre da aquisição, por parte da Celsius, de uma participação na KeyFi em 2020. Segundo documentos judiciais apresentados nos processos de falência, a Celsius afirma que as partes acusadas envolveram-se em “má gestão, engano e conversão de ativos.”
Acusações Centram-se em Apropriação Indevida e Táticas de Encobrimento
A equipa jurídica da Celsius argumenta que Jason Stone e a KeyFi fizeram mais do que má gestão dos ativos adquiridos — alegadamente perpetraram fraude intencional. A rede acusa-os especificamente de utilizarem Tornado Cash, um serviço de mistura de criptomoedas então operacional, projetado para obscurecer as origens das transações, para esconder provas do alegado roubo de ativos. Esta alegação sugere uma tentativa deliberada de esconder pistas, em vez de simples negligência.
Os danos reclamados são substanciais. A Celsius sustenta que as perdas resultantes de negligência demonstrada atingem muitas dezenas de milhões de dólares, com fundos potencialmente roubados a acrescentar outra camada de prejuízo financeiro semelhante. A escala do impacto financeiro sublinha a gravidade das acusações feitas nesta disputa de criptomoedas.
KeyFi Contra-Ataca com Alegações de Manipulação de Mercado
O conflito é decididamente de duas partes. No início de 2022, Jason Stone e a KeyFi iniciaram a sua própria ação contra a Celsius, contra-atacando com acusações graves. Alegaram que a credora envolveu-se em manipulação de mercado de criptomoedas e, mais criticamente, não implementou controles básicos de contabilidade para proteger os depósitos dos clientes — uma acusação grave, dado o eventual pedido de falência da Celsius. Este confronto legal demonstra como o rápido crescimento da indústria de criptomoedas ultrapassou os quadros de governança.
A disputa destaca vulnerabilidades mais amplas no setor de empréstimos de criptomoedas e as consequências litigiosas quando parcerias entre grandes players deterioram-se. Ambas as partes continuam a afirmar a sua versão dos acontecimentos através do sistema judicial de falências, deixando a resolução final incerta.