Recentemente, a popular cadeia de fast food Steak 'n Shake anunciou que adicionou 10 dólares em bitcoin às suas reservas corporativas, consolidando a sua aposta pelas criptomoedas. Este investimento representa aproximadamente 105 BTC a preços atuais e demonstra o compromisso da empresa com uma estratégia de longo prazo em ativos digitais.
Um modelo de negócio que se alimenta a si próprio
A decisão não é impulsiva. Há oito meses, a Steak 'n Shake começou a aceitar pagamentos em bitcoin através da rede Lightning em todas as suas unidades nos Estados Unidos. Esta medida criou o que a empresa chama de um “ciclo positivo”: os clientes que pagam em BTC geram receitas em criptomoedas que, em vez de se converterem em dinheiro tradicional, são diretamente destinadas à Reserva Estratégica de Bitcoin (SBR) da companhia.
Esse modelo gera benefícios tangíveis. Sem aumentar os preços do menu, a empresa utilizou esses fundos para melhorar ingredientes, realizar remodelações nas suas sucursais e potenciar a sua operação. Os resultados falam por si: as vendas em lojas comparáveis cresceram mais de 10% no segundo trimestre de 2025, enquanto que o diretor de operações Dan Edwards confirmou que o processamento de pagamentos em bitcoin reduz as comissões em aproximadamente 50%.
Números que impulsionam a expansão
A compra de 10 dólares em bitcoin não é a quantia mais elevada no mercado corporativo, mas reflete uma tendência crescente de adoção institucional. Em outubro passado, a Steak 'n Shake lançou até uma hambúrguer temático dedicado ao Bitcoin, além de comprometer-se a doar uma pequena porção de cada venda de “Bitcoin Meal” ao desenvolvimento de código aberto do bitcoin.
Este movimento inscreve-se numa acumulação corporativa mais ampla. Segundo dados da Bitcointreasuries, o bitcoin mantido em reservas globais—desde governos até fundos cotados em bolsa—agora supera os 4 milhões de BTC. Para contextualizar: empresas maiores como Strategy mantêm 687.410 BTC avaliados em mais de 65 mil milhões de dólares, mas investimentos como o da Steak 'n Shake representam a evolução de empresas médias em direção à gestão de ativos digitais.
A estratégia por trás dos 10 dólares em bitcoin
O que é interessante não é apenas a quantidade, mas a metodologia. Ao aceitar pagamentos em bitcoin há oito meses, a Steak 'n Shake acessou uma base de clientes mais jovem e familiarizada com criptomoedas, reduzindo simultaneamente custos operacionais. Agora, com a compra de 10 dólares em bitcoin para a sua tesouraria, a empresa demonstra que considera os ativos digitais como reserva de valor corporativa, não apenas como ferramenta de pagamento.
Esta abordagem integrada—pagamentos + tesouraria + reinvestimento operacional—é o que diferencia a Steak 'n Shake de simples adoções superficiais. A companhia transformou o bitcoin de um experimento de marketing num componente central da sua estrutura financeira.
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A cadeia Steak 'n Shake adiciona 10 dólares em bitcoin ao seu tesouro estratégico
Recentemente, a popular cadeia de fast food Steak 'n Shake anunciou que adicionou 10 dólares em bitcoin às suas reservas corporativas, consolidando a sua aposta pelas criptomoedas. Este investimento representa aproximadamente 105 BTC a preços atuais e demonstra o compromisso da empresa com uma estratégia de longo prazo em ativos digitais.
Um modelo de negócio que se alimenta a si próprio
A decisão não é impulsiva. Há oito meses, a Steak 'n Shake começou a aceitar pagamentos em bitcoin através da rede Lightning em todas as suas unidades nos Estados Unidos. Esta medida criou o que a empresa chama de um “ciclo positivo”: os clientes que pagam em BTC geram receitas em criptomoedas que, em vez de se converterem em dinheiro tradicional, são diretamente destinadas à Reserva Estratégica de Bitcoin (SBR) da companhia.
Esse modelo gera benefícios tangíveis. Sem aumentar os preços do menu, a empresa utilizou esses fundos para melhorar ingredientes, realizar remodelações nas suas sucursais e potenciar a sua operação. Os resultados falam por si: as vendas em lojas comparáveis cresceram mais de 10% no segundo trimestre de 2025, enquanto que o diretor de operações Dan Edwards confirmou que o processamento de pagamentos em bitcoin reduz as comissões em aproximadamente 50%.
Números que impulsionam a expansão
A compra de 10 dólares em bitcoin não é a quantia mais elevada no mercado corporativo, mas reflete uma tendência crescente de adoção institucional. Em outubro passado, a Steak 'n Shake lançou até uma hambúrguer temático dedicado ao Bitcoin, além de comprometer-se a doar uma pequena porção de cada venda de “Bitcoin Meal” ao desenvolvimento de código aberto do bitcoin.
Este movimento inscreve-se numa acumulação corporativa mais ampla. Segundo dados da Bitcointreasuries, o bitcoin mantido em reservas globais—desde governos até fundos cotados em bolsa—agora supera os 4 milhões de BTC. Para contextualizar: empresas maiores como Strategy mantêm 687.410 BTC avaliados em mais de 65 mil milhões de dólares, mas investimentos como o da Steak 'n Shake representam a evolução de empresas médias em direção à gestão de ativos digitais.
A estratégia por trás dos 10 dólares em bitcoin
O que é interessante não é apenas a quantidade, mas a metodologia. Ao aceitar pagamentos em bitcoin há oito meses, a Steak 'n Shake acessou uma base de clientes mais jovem e familiarizada com criptomoedas, reduzindo simultaneamente custos operacionais. Agora, com a compra de 10 dólares em bitcoin para a sua tesouraria, a empresa demonstra que considera os ativos digitais como reserva de valor corporativa, não apenas como ferramenta de pagamento.
Esta abordagem integrada—pagamentos + tesouraria + reinvestimento operacional—é o que diferencia a Steak 'n Shake de simples adoções superficiais. A companhia transformou o bitcoin de um experimento de marketing num componente central da sua estrutura financeira.