As autoridades dos EUA acusaram um cidadão venezuelano, Jorge Figueira, de um esquema massivo de branqueamento de capitais. A operação alegadamente canalizou cerca de $1 mil milhões em lucros ilícitos através de canais bancários tradicionais, trocas de criptomoedas e carteiras pessoais para obscurecer a origem do dinheiro.
A investigação do Departamento de Justiça, apoiada pelo FBI, descobriu uma rede intrincada de transações habilitadas por criptomoedas, projetadas para mascarar a origem dos fundos. O caso destaca a crescente vigilância sobre como os ativos digitais podem ser explorados para
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