UBS Wealth Management dá a entender no seu Outlook anual para 2026 que as ações de IA continuarão a ganhar dinâmica nos próximos anos. O motor não reside apenas na maturidade tecnológica do setor, mas também na divergência regional na implementação da inteligência artificial.
Estratégias diferentes moldam o crescimento da IA
De acordo com MinLan Tan, Diretor de Investimentos para a região Ásia-Pacífico na UBS Wealth Management, as grandes economias seguem caminhos completamente diferentes na implementação da IA. Os EUA posicionam-se como pioneiros no desenvolvimento de infraestruturas avançadas e grandes modelos de linguagem. A China, por outro lado, foca-se em ganhos de eficiência através de otimização algorítmica, independência tecnológica e aplicações industriais práticas.
Estas diferenças têm consequências diretas para os investidores: os vencedores do boom de IA não são iguais em todas as regiões. Cada região produz os seus próprios vencedores nas cadeias de fornecimento de tecnologia, o que significa que os investidores devem ajustar as suas carteiras de acordo com os focos regionais.
Vários fatores impulsionam as ações de IA para cima
O crescimento contínuo dos investimentos e a aceleração na adoção de IA criam as condições para que as ações relacionadas com IA subam. No entanto, este crescimento não é monolítico, mas sim moldado por particularidades regionais. Enquanto nos EUA o foco é principalmente na capacidade bruta e escalabilidade, na Ásia a discussão gira mais em torno da aplicabilidade e da autonomia local.
A consequência: os investidores não devem investir apenas de forma genérica em ações de IA, mas também diferenciar conscientemente as suas posições de acordo com os focos geográficos.
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Ações KI-2026: Divergência regional determina o crescimento
UBS Wealth Management dá a entender no seu Outlook anual para 2026 que as ações de IA continuarão a ganhar dinâmica nos próximos anos. O motor não reside apenas na maturidade tecnológica do setor, mas também na divergência regional na implementação da inteligência artificial.
Estratégias diferentes moldam o crescimento da IA
De acordo com MinLan Tan, Diretor de Investimentos para a região Ásia-Pacífico na UBS Wealth Management, as grandes economias seguem caminhos completamente diferentes na implementação da IA. Os EUA posicionam-se como pioneiros no desenvolvimento de infraestruturas avançadas e grandes modelos de linguagem. A China, por outro lado, foca-se em ganhos de eficiência através de otimização algorítmica, independência tecnológica e aplicações industriais práticas.
Estas diferenças têm consequências diretas para os investidores: os vencedores do boom de IA não são iguais em todas as regiões. Cada região produz os seus próprios vencedores nas cadeias de fornecimento de tecnologia, o que significa que os investidores devem ajustar as suas carteiras de acordo com os focos regionais.
Vários fatores impulsionam as ações de IA para cima
O crescimento contínuo dos investimentos e a aceleração na adoção de IA criam as condições para que as ações relacionadas com IA subam. No entanto, este crescimento não é monolítico, mas sim moldado por particularidades regionais. Enquanto nos EUA o foco é principalmente na capacidade bruta e escalabilidade, na Ásia a discussão gira mais em torno da aplicabilidade e da autonomia local.
A consequência: os investidores não devem investir apenas de forma genérica em ações de IA, mas também diferenciar conscientemente as suas posições de acordo com os focos geográficos.