Análises de mercado da Bloomberg Intelligence revelam uma tendência interessante – a crescente disparidade no comportamento dos metais e dos recursos de criptomoedas, ao olharmos para os padrões de oscilações no mercado de ações. Segundo o especialista da Bloomberg Intelligence, Mike McGlone, estamos a assistir a um momento de viragem crucial, onde a volatilidade se torna o principal fator determinante do desempenho de diferentes classes de ativos.
Metais recuperam, criptomoedas oscilam
Ao comparar o índice Bloomberg que cobre todos os metais com o índice Galaxy Crypto Index, surge uma imagem clara. Em 2020, os metais mostraram crescimento juntamente com a intensificação das flutuações do mercado. Depois, observámos uma consolidação ao longo de 2021. Entretanto, o setor de criptomoedas apresenta um perfil completamente diferente – muito mais instável, com picos acentuados e quedas drásticas.
Avançando para o período de 2024-2025, a situação muda. Os metais exibem um comportamento relativamente tranquilo, com oscilações atenuadas em relação aos ciclos anteriores. Por outro lado, o instrumento de criptomoeda volta a entrar numa fase de oscilações de preços aumentadas, reagindo sensivelmente às movimentações nos mercados de ações.
Lições históricas: Quando os metais superam os ativos digitais
Dados históricos indicam um padrão recorrente – em períodos de agravamento das condições financeiras ou de crescente incerteza, os metais consistentemente tiveram um desempenho melhor do que os ativos de criptomoedas. Considerando as leituras atuais de volatilidade do S&P 500, o cenário aponta para a possibilidade de os metais manterem a sua vantagem relativa no próximo ano.
Se a pressão para aumento da volatilidade das ações persistir, carteiras focadas em metais podem representar um ponto de apoio mais estável para investidores à procura de refúgio.
Bitcoin versus ouro: Para onde caminha a relação?
A segunda dimensão da análise foca na relação entre Bitcoin e ouro. No final de dezembro de 2024, a relação Bitcoin para ouro oscilava em torno de 20x. Modelos de avaliação da Bloomberg Economics sugerem um movimento potencial em direção ao nível de 13x no período seguinte.
A história mostra um padrão interessante – fases de baixa volatilidade nas bolsas de valores coincidiam com a estabilização ou fortalecimento da relação Bitcoin-ouro, especialmente durante os períodos de 2018-2020 e 2022-2023. Inversamente, aumentos rápidos na volatilidade das ações acompanhavam o enfraquecimento deste indicador.
No atual ambiente de mercado, onde as leituras de volatilidade aumentam para o início de 2025, a relação Bitcoin-ouro volta a cair sob pressão.
Volatilidade: A nova regra do jogo nos mercados
A Bloomberg Intelligence identifica a volatilidade do mercado de ações como o fator dominante que influencia os resultados relativos tanto dos recursos digitais quanto dos metais físicos. A análise baseia-se em dependências históricas sólidas, que revelam padrões que se repetem ao longo dos anos.
Para concluir – para investidores que observam o período de 2026, os metais parecem ser os beneficiários naturais de um ambiente de elevada volatilidade, enquanto as criptomoedas podem permanecer como parceiros de carteira mais voláteis.
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Previsão para 2026: Por que os metais podem dominar o cenário de investimentos em relação aos ativos digitais?
Análises de mercado da Bloomberg Intelligence revelam uma tendência interessante – a crescente disparidade no comportamento dos metais e dos recursos de criptomoedas, ao olharmos para os padrões de oscilações no mercado de ações. Segundo o especialista da Bloomberg Intelligence, Mike McGlone, estamos a assistir a um momento de viragem crucial, onde a volatilidade se torna o principal fator determinante do desempenho de diferentes classes de ativos.
Metais recuperam, criptomoedas oscilam
Ao comparar o índice Bloomberg que cobre todos os metais com o índice Galaxy Crypto Index, surge uma imagem clara. Em 2020, os metais mostraram crescimento juntamente com a intensificação das flutuações do mercado. Depois, observámos uma consolidação ao longo de 2021. Entretanto, o setor de criptomoedas apresenta um perfil completamente diferente – muito mais instável, com picos acentuados e quedas drásticas.
Avançando para o período de 2024-2025, a situação muda. Os metais exibem um comportamento relativamente tranquilo, com oscilações atenuadas em relação aos ciclos anteriores. Por outro lado, o instrumento de criptomoeda volta a entrar numa fase de oscilações de preços aumentadas, reagindo sensivelmente às movimentações nos mercados de ações.
Lições históricas: Quando os metais superam os ativos digitais
Dados históricos indicam um padrão recorrente – em períodos de agravamento das condições financeiras ou de crescente incerteza, os metais consistentemente tiveram um desempenho melhor do que os ativos de criptomoedas. Considerando as leituras atuais de volatilidade do S&P 500, o cenário aponta para a possibilidade de os metais manterem a sua vantagem relativa no próximo ano.
Se a pressão para aumento da volatilidade das ações persistir, carteiras focadas em metais podem representar um ponto de apoio mais estável para investidores à procura de refúgio.
Bitcoin versus ouro: Para onde caminha a relação?
A segunda dimensão da análise foca na relação entre Bitcoin e ouro. No final de dezembro de 2024, a relação Bitcoin para ouro oscilava em torno de 20x. Modelos de avaliação da Bloomberg Economics sugerem um movimento potencial em direção ao nível de 13x no período seguinte.
A história mostra um padrão interessante – fases de baixa volatilidade nas bolsas de valores coincidiam com a estabilização ou fortalecimento da relação Bitcoin-ouro, especialmente durante os períodos de 2018-2020 e 2022-2023. Inversamente, aumentos rápidos na volatilidade das ações acompanhavam o enfraquecimento deste indicador.
No atual ambiente de mercado, onde as leituras de volatilidade aumentam para o início de 2025, a relação Bitcoin-ouro volta a cair sob pressão.
Volatilidade: A nova regra do jogo nos mercados
A Bloomberg Intelligence identifica a volatilidade do mercado de ações como o fator dominante que influencia os resultados relativos tanto dos recursos digitais quanto dos metais físicos. A análise baseia-se em dependências históricas sólidas, que revelam padrões que se repetem ao longo dos anos.
Para concluir – para investidores que observam o período de 2026, os metais parecem ser os beneficiários naturais de um ambiente de elevada volatilidade, enquanto as criptomoedas podem permanecer como parceiros de carteira mais voláteis.