As últimas movimentações de insiders mostram: Ken Griffin e o seu hedge fund Citadel apostam massivamente em inteligência artificial e valores tecnológicos. No terceiro trimestre de 2025, a equipa de Griffin fez compras significativas, aumentando a sua posição em cerca de 4,2 mil milhões de dólares.
Microsoft, Meta e Apple em foco
Particularmente interessante: na Microsoft, a Citadel adquiriu 1,99 milhões de ações por 1,03 mil milhões de dólares. Isto demonstra que Griffin confia na infraestrutura de nuvem e IA do gigante tecnológico. Mas isso foi apenas o começo. A Meta recebeu ainda mais atenção – 1,95 milhões de ações no valor de 1,43 mil milhões de dólares foram adicionadas ao portefólio.
A Apple também não foi esquecida: foram compradas mais 2,56 milhões de ações, o que representa um investimento de 652 milhões de dólares. Uma mensagem clara do investidor mais bem-sucedido: estas empresas são as suas principais escolhas no setor tecnológico.
Envolvimento mais amplo em players de IA
Ken Griffin também diversifica estrategicamente. Tesla, Alphabet e NVIDIA receberam posições maiores. Apenas a Amazon foi reduzida – em 39%. Isto pode indicar que Griffin atribui menos potencial de crescimento ao negócio de streaming e nuvem do que a outros setores.
Particularmente interessantes são os investimentos menores, mas significativos, em players especializados: empresas de computação quântica como Rigetti e D-Wave, bem como a biotech Summit Therapeutics. Assim, a Citadel posiciona-se não só junto aos gigantes tecnológicos estabelecidos, mas também em tecnologias de nicho orientadas para o futuro.
O padrão por trás
O que revela a estratégia de investimento de Griffin? É um compromisso claro com inteligência artificial, computação em nuvem e tecnologias disruptivas. O chefe do hedge fund segue a tendência global de que infraestrutura de IA e tecnologia quântica serão os próximos grandes motores de crescimento.
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O chefe da Citadel, Ken Griffin, aposta 4,2 mil milhões de dólares no boom tecnológico - O portefólio fala por si
As últimas movimentações de insiders mostram: Ken Griffin e o seu hedge fund Citadel apostam massivamente em inteligência artificial e valores tecnológicos. No terceiro trimestre de 2025, a equipa de Griffin fez compras significativas, aumentando a sua posição em cerca de 4,2 mil milhões de dólares.
Microsoft, Meta e Apple em foco
Particularmente interessante: na Microsoft, a Citadel adquiriu 1,99 milhões de ações por 1,03 mil milhões de dólares. Isto demonstra que Griffin confia na infraestrutura de nuvem e IA do gigante tecnológico. Mas isso foi apenas o começo. A Meta recebeu ainda mais atenção – 1,95 milhões de ações no valor de 1,43 mil milhões de dólares foram adicionadas ao portefólio.
A Apple também não foi esquecida: foram compradas mais 2,56 milhões de ações, o que representa um investimento de 652 milhões de dólares. Uma mensagem clara do investidor mais bem-sucedido: estas empresas são as suas principais escolhas no setor tecnológico.
Envolvimento mais amplo em players de IA
Ken Griffin também diversifica estrategicamente. Tesla, Alphabet e NVIDIA receberam posições maiores. Apenas a Amazon foi reduzida – em 39%. Isto pode indicar que Griffin atribui menos potencial de crescimento ao negócio de streaming e nuvem do que a outros setores.
Particularmente interessantes são os investimentos menores, mas significativos, em players especializados: empresas de computação quântica como Rigetti e D-Wave, bem como a biotech Summit Therapeutics. Assim, a Citadel posiciona-se não só junto aos gigantes tecnológicos estabelecidos, mas também em tecnologias de nicho orientadas para o futuro.
O padrão por trás
O que revela a estratégia de investimento de Griffin? É um compromisso claro com inteligência artificial, computação em nuvem e tecnologias disruptivas. O chefe do hedge fund segue a tendência global de que infraestrutura de IA e tecnologia quântica serão os próximos grandes motores de crescimento.