Globalmente, o foco está no ciclo de redução de taxas, e os investidores esperam que a liberação de liquidez estimule a recuperação do mercado. Mas há uma questão difícil de evitar que vale a pena refletir: a redução de taxas e a injeção de liquidez realmente podem impulsionar o crescimento econômico?
**A essência do crescimento econômico é a produtividade do trabalho, não a quantidade total de dinheiro**
A base econômica de uma região, em última análise, deriva da produção real e do valor criado pelos profissionais.
Pode-se entender assim: se compararmos a moeda a um combustível, e a economia a um motor, a redução de taxas é, no máximo, uma diminuição do custo do combustível. Quando o motor funciona normalmente, combustíveis mais baratos realmente podem aumentar a eficiência; mas se os pistões estiverem enferrujados, as linhas de óleo entupidas, por mais barato que seja o combustível, ele só vazará inutilmente. O mais importante é consertar o próprio motor.
**O verdadeiro gargalo: atritos nas transações e custos institucionais**
Por que a participação no mercado está diminuindo? Não é por falta de fundos, mas porque o custo de participação é muito alto.
A obstrução na circulação de informações leva à falha do mecanismo de precificação do mercado; a fiscalização das transações torna difícil para os investidores; as restrições à liquidez dos ativos destroem a confiança na posse. Quando cada transação, cada transferência, precisa passar por verificações complexas de conformidade, os custos institucionais muitas vezes já consomem os lucros das transações. O resultado é bastante realista: ninguém quer fornecer liquidez, e ninguém se atreve a participar ativamente.
**A intensificação do fenômeno de circulação vazia de fundos**
Se a economia real entra em estagnação devido a atritos excessivos, a liquidez liberada pelo banco central não fluirá para o setor produtivo, mas circulará entre ativos financeiros.
Você verá que os ativos digitais e o mercado de derivativos estão anormalmente ativos, e essa prosperidade cria uma falsa impressão de crescimento. Mas, ao mesmo tempo, o setor produtivo que realmente precisa de fundos ainda enfrenta dificuldades de financiamento, porque essa liquidez simplesmente não chega às etapas de produção real.
**A verdadeira solução**
A chave não está em liberar mais liquidez, mas em reduzir os custos de transação no mercado. Somente quando a circulação de ativos for mais conveniente, as transações mais transparentes e os direitos dos participantes mais protegidos, a produtividade adormecida será ativada e a vitalidade do mercado será realmente liberada. A redução de taxas pode fazer parte da política financeira, mas não é tudo para o crescimento.
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FUD_Whisperer
· 14h atrás
Resumindo, injetar dinheiro não consegue salvar pacientes com uma condição precária; o mais importante é desobstruir os vasos sanguíneos bloqueados. O custo do sistema é que realmente é a verdadeira máquina de moer carne.
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MEVHunterNoLoss
· 15h atrás
Injetar liquidez até ao fim dos tempos, se a arquitetura estiver podre, também é em vão
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ProofOfNothing
· 15h atrás
Concordo, imprimir dinheiro não resolve o problema, isso é apenas um sintoma de esforço excessivo. O verdadeiro problema ainda é que o custo do sistema é demasiado absurdo.
Globalmente, o foco está no ciclo de redução de taxas, e os investidores esperam que a liberação de liquidez estimule a recuperação do mercado. Mas há uma questão difícil de evitar que vale a pena refletir: a redução de taxas e a injeção de liquidez realmente podem impulsionar o crescimento econômico?
**A essência do crescimento econômico é a produtividade do trabalho, não a quantidade total de dinheiro**
A base econômica de uma região, em última análise, deriva da produção real e do valor criado pelos profissionais.
Pode-se entender assim: se compararmos a moeda a um combustível, e a economia a um motor, a redução de taxas é, no máximo, uma diminuição do custo do combustível. Quando o motor funciona normalmente, combustíveis mais baratos realmente podem aumentar a eficiência; mas se os pistões estiverem enferrujados, as linhas de óleo entupidas, por mais barato que seja o combustível, ele só vazará inutilmente. O mais importante é consertar o próprio motor.
**O verdadeiro gargalo: atritos nas transações e custos institucionais**
Por que a participação no mercado está diminuindo? Não é por falta de fundos, mas porque o custo de participação é muito alto.
A obstrução na circulação de informações leva à falha do mecanismo de precificação do mercado; a fiscalização das transações torna difícil para os investidores; as restrições à liquidez dos ativos destroem a confiança na posse. Quando cada transação, cada transferência, precisa passar por verificações complexas de conformidade, os custos institucionais muitas vezes já consomem os lucros das transações. O resultado é bastante realista: ninguém quer fornecer liquidez, e ninguém se atreve a participar ativamente.
**A intensificação do fenômeno de circulação vazia de fundos**
Se a economia real entra em estagnação devido a atritos excessivos, a liquidez liberada pelo banco central não fluirá para o setor produtivo, mas circulará entre ativos financeiros.
Você verá que os ativos digitais e o mercado de derivativos estão anormalmente ativos, e essa prosperidade cria uma falsa impressão de crescimento. Mas, ao mesmo tempo, o setor produtivo que realmente precisa de fundos ainda enfrenta dificuldades de financiamento, porque essa liquidez simplesmente não chega às etapas de produção real.
**A verdadeira solução**
A chave não está em liberar mais liquidez, mas em reduzir os custos de transação no mercado. Somente quando a circulação de ativos for mais conveniente, as transações mais transparentes e os direitos dos participantes mais protegidos, a produtividade adormecida será ativada e a vitalidade do mercado será realmente liberada. A redução de taxas pode fazer parte da política financeira, mas não é tudo para o crescimento.