A Coreia do Sul planeia limitar as participações em criptomoedas de empresas e investidores profissionais a 5% do capital próprio, direcionando a maior parte dos fluxos institucionais para as 20 principais moedas enquanto finaliza as regras para ETFs e stablecoins.
Resumo
As diretrizes preliminares do FSC permitiriam que as empresas comprassem apenas as 20 principais moedas por capitalização de mercado, estando em debate se devem incluir stablecoins lastreadas no dólar como USDT.
As regras finais, esperadas até fevereiro, irão acrescentar limites de preço e dividir o trading para conter a volatilidade à medida que as instituições entram, provavelmente concentrando a liquidez em Bitcoin (BTC) e possivelmente Ethereum.
A futura Lei de Ativos Digitais Básicos estabelecerá regras para stablecoins lastreadas em won e abrirá a porta para os primeiros ETFs de criptomoedas à vista na Coreia do Sul, considerados essenciais para a estrutura do mercado local.
A Comissão de Serviços Financeiros da Coreia do Sul planeia limitar as participações em criptomoedas de investidores corporativos e profissionais a 5% do capital próprio anualmente, de acordo com relatos.
Sob as diretrizes preliminares, as empresas poderiam investir nas 20 principais criptomoedas por capitalização de mercado. A inclusão de stablecoins lastreadas no dólar, como USDT, permanece em discussão, segundo os relatos.
Coreia do Sul deve oferecer limite de 5% para criptomoedas corporativas
Espera-se que as regras finalizadas sejam implementadas entre janeiro e fevereiro, com o trading corporativo previsto para mais tarde neste ano, afirmaram os relatos. A estrutura proposta também estabelecerá limites de preço e regras de divisão de trading para mitigar a volatilidade à medida que a participação corporativa aumenta.
O limite provavelmente melhorará a liquidez, mas concentrará os fluxos em Bitcoin BTC e possivelmente Ethereum, com impacto limitado em altcoins menores, segundo analistas. O limite de 5% pode não representar uma restrição significativa, já que a maioria das empresas provavelmente não o excederá nas fases iniciais, observaram os especialistas.
Os participantes do mercado estão atentos à futura Lei de Ativos Digitais Básicos, prevista para o primeiro trimestre. A legislação formalizará as regulações para stablecoins lastreadas em won e introduzirá os primeiros ETFs de criptomoedas à vista do país, de acordo com relatos.
As regras para stablecoins são vistas como particularmente influentes para o ecossistema mais amplo de criptomoedas na Coreia do Sul, afirmaram observadores do mercado.
As medidas do FSC refletem uma abordagem cautelosa para expandir o acesso institucional às criptomoedas, ao mesmo tempo que protegem a estabilidade do mercado diante do crescente interesse corporativo, segundo analistas.
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
Os touros de criptomoedas na Coreia do Sul enfrentam um teste decisivo com limite de 5%
A Coreia do Sul planeia limitar as participações em criptomoedas de empresas e investidores profissionais a 5% do capital próprio, direcionando a maior parte dos fluxos institucionais para as 20 principais moedas enquanto finaliza as regras para ETFs e stablecoins.
Resumo
A Comissão de Serviços Financeiros da Coreia do Sul planeia limitar as participações em criptomoedas de investidores corporativos e profissionais a 5% do capital próprio anualmente, de acordo com relatos.
Sob as diretrizes preliminares, as empresas poderiam investir nas 20 principais criptomoedas por capitalização de mercado. A inclusão de stablecoins lastreadas no dólar, como USDT, permanece em discussão, segundo os relatos.
Coreia do Sul deve oferecer limite de 5% para criptomoedas corporativas
Espera-se que as regras finalizadas sejam implementadas entre janeiro e fevereiro, com o trading corporativo previsto para mais tarde neste ano, afirmaram os relatos. A estrutura proposta também estabelecerá limites de preço e regras de divisão de trading para mitigar a volatilidade à medida que a participação corporativa aumenta.
O limite provavelmente melhorará a liquidez, mas concentrará os fluxos em Bitcoin BTC e possivelmente Ethereum, com impacto limitado em altcoins menores, segundo analistas. O limite de 5% pode não representar uma restrição significativa, já que a maioria das empresas provavelmente não o excederá nas fases iniciais, observaram os especialistas.
Os participantes do mercado estão atentos à futura Lei de Ativos Digitais Básicos, prevista para o primeiro trimestre. A legislação formalizará as regulações para stablecoins lastreadas em won e introduzirá os primeiros ETFs de criptomoedas à vista do país, de acordo com relatos.
As regras para stablecoins são vistas como particularmente influentes para o ecossistema mais amplo de criptomoedas na Coreia do Sul, afirmaram observadores do mercado.
As medidas do FSC refletem uma abordagem cautelosa para expandir o acesso institucional às criptomoedas, ao mesmo tempo que protegem a estabilidade do mercado diante do crescente interesse corporativo, segundo analistas.