O esperado primeiro avanço de Supergirl chegou finalmente, após anos de turbulência no desenvolvimento cinematográfico do universo DC. Warner Bros. e DC Studios apresentaram a Milly Alcock interpretando a Kara Zor-El, uma versão radicalmente diferente da prima do Superman: uma jovem na casa dos vinte anos problemática, alcoólica e emocionalmente destruída que rompe completamente com a imagem polida do icónico herói kryptoniano.
Uma reviravolta inesperada para a prima do Superman
A atriz australiana, conhecida mundialmente por sua atuação em House of the Dragon, torna-se agora protagonista de um projeto que desafia as convenções do género de super-heróis. Ao contrário de adaptações anteriores, esta encarnação de Supergirl não busca ser um reflexo de Superman, mas construir sua própria identidade marcada por contradições, vulnerabilidade e uma escuridão que nenhuma versão cinematográfica anterior ousou explorar.
O trailer revela uma Kara Zor-El que luta em contextos que parecem saídos de universos pós-apocalípticos, que enfrenta criminosos intergalácticos e que carrega um caos emocional que a define tanto quanto seus poderes. A presença de Krypto, o lendário cão do Superman, acompanha suas aventuras pelo espaço, acrescentando uma dimensão familiar à sua jornada pessoal.
A influência de James Gunn e a nova direção criativa
Sob a visão de James Gunn, o trailer reflete a mesma estética que caracterizou Guardiões da Galáxia: caótica, colorida, irreverente e intergaláctica. O filme é dirigido por Craig Gillespie, responsável pelo aclamado filme Eu, Tonya, que descreveu esta Supergirl como uma verdadeira anti-heroína carente da perfeição que define seus predecessores.
Durante a apresentação em Nova York, Gunn expressou seu entusiasmo pela oportunidade de mostrar um personagem tão imperfeito e humano, afastado dos arquétipos heroicos tradicionais. Essa direção representa uma mudança fundamental na forma como DC aborda seus personagens secundários do universo kryptoniano.
Baseada na aclamada obra de Tom King
A narrativa cinematográfica tem suas raízes na série de quadrinhos Supergirl: Woman of Tomorrow, publicada em 2022 por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely. A adaptação para a tela grande ficou a cargo de Ana Nogueira, que preservou o tom ácido e emocionalmente cru da obra original.
No material de origem, Kara embarca numa jornada acompanhada por Ruthye, uma jovem alienígena cujo pai foi assassinado por Krem da Colina Amarela. Essa missão de vingança estrutura a narrativa com elementos similares a clássicos do cinema como True Grit, combinando viagem, justiça e transformação emocional.
Um caminho cheio de obstáculos
O desenvolvimento deste filme foi acidentado. O projeto começou em 2018, foi pausado pela pandemia, descartado em 2022 sob a administração de David Zaslav, e finalmente resgatado para o novo universo cinematográfico da DC em 2023.
Inicialmente, o papel tinha sido oferecido a Sasha Calle, que até apareceu em The Flash (2023). No entanto, com o reinício integral do universo e a incorporação de Craig Gillespie como diretor, Milly Alcock foi escolhida para liderar este novo capítulo. A atriz expressou sua surpresa e emoção ao ver o projeto concretizado após tantas mudanças administrativas e criativas.
Uma heroína selvagem e complexa
O trailer mostra uma Supergirl diferente de qualquer versão anterior: uma mulher que bebe excessivamente, que se lança a conflitos sem pensar, e cuja vida pessoal reflete lutas emocionais profundas. Após uma comemoração de aniversário particularmente deprimente, Kara se vê envolvida em conflitos cósmicos que a empurram para uma missão de vingança impossível de imaginar.
O roteiro explora deliberadamente seus aspectos mais sombrios, incluindo sua relação problemática com o álcool, uma característica que surpreendeu alguns seguidores, mas que mantém fidelidade à fonte de quadrinhos. Esta Supergirl é complexa, vulnerável e perigosa: uma combinação que promete revitalizar o género no cinema.
Os primeiros indícios, mostrados tanto em eventos de imprensa quanto no trailer distribuído online, confirmam que esta encarnação do personagem oferecerá uma perspetiva genuinamente diferente, carregada de humanidade, imperfeições e poder bruto. Uma prima do Superman que finalmente tem sua própria história para contar.
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Milly Alcock revoluciona o universo DC com uma Supergirl imperfeita e descontraída
O esperado primeiro avanço de Supergirl chegou finalmente, após anos de turbulência no desenvolvimento cinematográfico do universo DC. Warner Bros. e DC Studios apresentaram a Milly Alcock interpretando a Kara Zor-El, uma versão radicalmente diferente da prima do Superman: uma jovem na casa dos vinte anos problemática, alcoólica e emocionalmente destruída que rompe completamente com a imagem polida do icónico herói kryptoniano.
Uma reviravolta inesperada para a prima do Superman
A atriz australiana, conhecida mundialmente por sua atuação em House of the Dragon, torna-se agora protagonista de um projeto que desafia as convenções do género de super-heróis. Ao contrário de adaptações anteriores, esta encarnação de Supergirl não busca ser um reflexo de Superman, mas construir sua própria identidade marcada por contradições, vulnerabilidade e uma escuridão que nenhuma versão cinematográfica anterior ousou explorar.
O trailer revela uma Kara Zor-El que luta em contextos que parecem saídos de universos pós-apocalípticos, que enfrenta criminosos intergalácticos e que carrega um caos emocional que a define tanto quanto seus poderes. A presença de Krypto, o lendário cão do Superman, acompanha suas aventuras pelo espaço, acrescentando uma dimensão familiar à sua jornada pessoal.
A influência de James Gunn e a nova direção criativa
Sob a visão de James Gunn, o trailer reflete a mesma estética que caracterizou Guardiões da Galáxia: caótica, colorida, irreverente e intergaláctica. O filme é dirigido por Craig Gillespie, responsável pelo aclamado filme Eu, Tonya, que descreveu esta Supergirl como uma verdadeira anti-heroína carente da perfeição que define seus predecessores.
Durante a apresentação em Nova York, Gunn expressou seu entusiasmo pela oportunidade de mostrar um personagem tão imperfeito e humano, afastado dos arquétipos heroicos tradicionais. Essa direção representa uma mudança fundamental na forma como DC aborda seus personagens secundários do universo kryptoniano.
Baseada na aclamada obra de Tom King
A narrativa cinematográfica tem suas raízes na série de quadrinhos Supergirl: Woman of Tomorrow, publicada em 2022 por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely. A adaptação para a tela grande ficou a cargo de Ana Nogueira, que preservou o tom ácido e emocionalmente cru da obra original.
No material de origem, Kara embarca numa jornada acompanhada por Ruthye, uma jovem alienígena cujo pai foi assassinado por Krem da Colina Amarela. Essa missão de vingança estrutura a narrativa com elementos similares a clássicos do cinema como True Grit, combinando viagem, justiça e transformação emocional.
Um caminho cheio de obstáculos
O desenvolvimento deste filme foi acidentado. O projeto começou em 2018, foi pausado pela pandemia, descartado em 2022 sob a administração de David Zaslav, e finalmente resgatado para o novo universo cinematográfico da DC em 2023.
Inicialmente, o papel tinha sido oferecido a Sasha Calle, que até apareceu em The Flash (2023). No entanto, com o reinício integral do universo e a incorporação de Craig Gillespie como diretor, Milly Alcock foi escolhida para liderar este novo capítulo. A atriz expressou sua surpresa e emoção ao ver o projeto concretizado após tantas mudanças administrativas e criativas.
Uma heroína selvagem e complexa
O trailer mostra uma Supergirl diferente de qualquer versão anterior: uma mulher que bebe excessivamente, que se lança a conflitos sem pensar, e cuja vida pessoal reflete lutas emocionais profundas. Após uma comemoração de aniversário particularmente deprimente, Kara se vê envolvida em conflitos cósmicos que a empurram para uma missão de vingança impossível de imaginar.
O roteiro explora deliberadamente seus aspectos mais sombrios, incluindo sua relação problemática com o álcool, uma característica que surpreendeu alguns seguidores, mas que mantém fidelidade à fonte de quadrinhos. Esta Supergirl é complexa, vulnerável e perigosa: uma combinação que promete revitalizar o género no cinema.
Os primeiros indícios, mostrados tanto em eventos de imprensa quanto no trailer distribuído online, confirmam que esta encarnação do personagem oferecerá uma perspetiva genuinamente diferente, carregada de humanidade, imperfeições e poder bruto. Uma prima do Superman que finalmente tem sua própria história para contar.