Chegar ao outro lado nunca é uma questão de sorte ou inteligência, mas sim uma purificação de si mesmo. O chamado grande sonho não é uma questão de desejo excessivo, mas sim de clareza: para alcançar o objetivo, é preciso abrir mão de algo, suportar algo, e uma vez iniciado, não hesitar repetidamente pelo preço a pagar. A verdadeira travessia certamente envolve a despedida de velhos hábitos, velas percepções e velhas zonas de conforto — isso não é autodestruição, mas reconstrução. Adversidade e fracasso não merecem ser enaltecidas, mas elas forçam a refletir sobre os próprios limites: quais emoções devem ser reprimidas, quais obsessões devem ser cortadas, quais sentimentos comuns devem ceder temporariamente lugar a objetivos de longo prazo. Compreender ou não, não está nas palavras, mas se as ações mudam por causa disso. Quem escolhe a grandeza deve aceitar a solidão, o risco e a impossibilidade de voltar atrás; quem escolhe a estabilidade, por sua vez, também é uma forma de plenitude. Posições diferentes, sem superioridade ou inferioridade, apenas clareza. O que chamamos de realizar grandes feitos, nada mais é do que, na encruzilhada da vida, enxergar claramente o preço, e ainda assim estar disposto a seguir até o fim, sem arrependimentos ou lamentações.
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Chegar ao outro lado nunca é uma questão de sorte ou inteligência, mas sim uma purificação de si mesmo. O chamado grande sonho não é uma questão de desejo excessivo, mas sim de clareza: para alcançar o objetivo, é preciso abrir mão de algo, suportar algo, e uma vez iniciado, não hesitar repetidamente pelo preço a pagar. A verdadeira travessia certamente envolve a despedida de velhos hábitos, velas percepções e velhas zonas de conforto — isso não é autodestruição, mas reconstrução. Adversidade e fracasso não merecem ser enaltecidas, mas elas forçam a refletir sobre os próprios limites: quais emoções devem ser reprimidas, quais obsessões devem ser cortadas, quais sentimentos comuns devem ceder temporariamente lugar a objetivos de longo prazo. Compreender ou não, não está nas palavras, mas se as ações mudam por causa disso. Quem escolhe a grandeza deve aceitar a solidão, o risco e a impossibilidade de voltar atrás; quem escolhe a estabilidade, por sua vez, também é uma forma de plenitude. Posições diferentes, sem superioridade ou inferioridade, apenas clareza. O que chamamos de realizar grandes feitos, nada mais é do que, na encruzilhada da vida, enxergar claramente o preço, e ainda assim estar disposto a seguir até o fim, sem arrependimentos ou lamentações.