A Comissão de Serviços Financeiros da Coreia do Sul propõe um grande avanço na sua estratégia para regular os ativos digitais: um limite para os investimentos em criptomoedas de até 5% do capital registado para empresas cotadas em bolsa. Esta medida marca um ponto de viragem significativo no alívio das restrições institucionais que a Coreia mantém há muito tempo.
Segundo relatos de meios de comunicação locais, incluindo o Seoul Economic Daily, as autoridades financeiras da Coreia estão atualmente a trabalhar na finalização destas diretrizes de negociação, com vista a modernizar o seu ecossistema de ativos digitais. O calendário está a avançar rapidamente, com a negociação ao vivo prevista para começar este ano.
As novas diretrizes de negociação na Coreia
As organizações elegíveis poderiam alocar até 5% do seu capital próprio anualmente a investimentos digitais, restringindo este portefólio às 20 principais criptomoedas por capitalização de mercado. A questão da inclusão das stablecoins denominadas em dólares americanos, incluindo USDT, ainda está em discussão entre os reguladores.
Esta proposta faz parte de um movimento mais amplo da Coreia para eliminar o que era, na prática, uma proibição tácita à participação das empresas em ativos digitais. Desde meados de 2025, o país tem flexibilizado gradualmente as suas regras, incluindo permitir que organizações sem fins lucrativos e exchanges de criptomoedas realizem certas transações. A evolução atual das diretrizes para empresas cotadas e investidores profissionais consolida esta tendência.
Um universo de investimento limitado aos 20 principais ativos digitais
O quadro regulatório proposto pelas autoridades coreanas reflete uma filosofia equilibrada entre abertura e prudência. O acesso restrito aos 20 principais tokens visa concentrar os fluxos de capital para os ativos mais líquidos e menos voláteis do ecossistema cripto.
Os analistas de mercado antecipam uma concentração natural de investimentos em Bitcoin e, em menor grau, em Ethereum, embora o universo teórico dos investidores inclua uma gama muito mais ampla. As previsões sugerem um impacto limitado em ativos digitais mais pequenos, refletindo a preferência natural dos investidores institucionais por posições de alta liquidez.
Salvaguardas e gestão do risco de mercado
Perante o aumento esperado da participação corporativa, os reguladores na Coreia planeiam implementar salvaguardas sofisticadas. Estas salvaguardas incluiriam restrições de negociação fragmentadas e limites de preço, concebidos para mitigar potenciais impactos na volatilidade do mercado.
O próprio limite de 5% é uma rede de segurança para reduzir a exposição sistémica aos balanços das empresas. Este equilíbrio cuidadoso entre restrição e facilitação reflete as lições aprendidas com relaxamentos regulatórios anteriores noutras jurisdições e a experiência gradual da Coreia com ativos digitais.
Tendências atuais e desempenho dos criptoativos
Nos mercados atuais, os principais ativos digitais estão a registar declínios generalizados. O Bitcoin contribui para cerca de 85,26 mil dólares, com uma queda de 4,96% ao longo de 24 horas, enquanto o Ethereum cai 5,55%, atingindo 2,84 mil dólares. Ao mesmo tempo, a Dogecoin está a cair 5,69%, negociando-se cerca de 0,12 dólares americanos.
A Dogecoin, em particular, ultrapassou o suporte técnico chave a $0,1218 em volume significativo, transformando este nível numa zona de resistência de curto prazo. Os traders acompanham de perto a área entre $0,115 e $0,12 como um nível crítico de decisão para os próximos movimentos de preço.
Perspetiva futura e desenvolvimentos regulatórios na Coreia
Para além das atuais diretrizes de negociação, os participantes do mercado estão também a acompanhar a Lei Básica de Ativos Digitais, prevista para o primeiro trimestre, que poderá estabelecer regras definitivas relativamente a stablecoins e fundos negociados em bolsa de ativos digitais (ETFs).
A abordagem progressivamente pró-cripto da Coreia contrasta com os seus anos de restrições, posicionando o país como um potencial interveniente significativo na adoção institucional na Ásia. Esta transformação regulatória poderá abrir uma nova via de crescimento para os serviços financeiros digitais e para a infraestrutura blockchain.
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Coreia Redefine o Quadro Regulamentar com Limite de 5% para Investimentos em Criptomoedas
A Comissão de Serviços Financeiros da Coreia do Sul propõe um grande avanço na sua estratégia para regular os ativos digitais: um limite para os investimentos em criptomoedas de até 5% do capital registado para empresas cotadas em bolsa. Esta medida marca um ponto de viragem significativo no alívio das restrições institucionais que a Coreia mantém há muito tempo.
Segundo relatos de meios de comunicação locais, incluindo o Seoul Economic Daily, as autoridades financeiras da Coreia estão atualmente a trabalhar na finalização destas diretrizes de negociação, com vista a modernizar o seu ecossistema de ativos digitais. O calendário está a avançar rapidamente, com a negociação ao vivo prevista para começar este ano.
As novas diretrizes de negociação na Coreia
As organizações elegíveis poderiam alocar até 5% do seu capital próprio anualmente a investimentos digitais, restringindo este portefólio às 20 principais criptomoedas por capitalização de mercado. A questão da inclusão das stablecoins denominadas em dólares americanos, incluindo USDT, ainda está em discussão entre os reguladores.
Esta proposta faz parte de um movimento mais amplo da Coreia para eliminar o que era, na prática, uma proibição tácita à participação das empresas em ativos digitais. Desde meados de 2025, o país tem flexibilizado gradualmente as suas regras, incluindo permitir que organizações sem fins lucrativos e exchanges de criptomoedas realizem certas transações. A evolução atual das diretrizes para empresas cotadas e investidores profissionais consolida esta tendência.
Um universo de investimento limitado aos 20 principais ativos digitais
O quadro regulatório proposto pelas autoridades coreanas reflete uma filosofia equilibrada entre abertura e prudência. O acesso restrito aos 20 principais tokens visa concentrar os fluxos de capital para os ativos mais líquidos e menos voláteis do ecossistema cripto.
Os analistas de mercado antecipam uma concentração natural de investimentos em Bitcoin e, em menor grau, em Ethereum, embora o universo teórico dos investidores inclua uma gama muito mais ampla. As previsões sugerem um impacto limitado em ativos digitais mais pequenos, refletindo a preferência natural dos investidores institucionais por posições de alta liquidez.
Salvaguardas e gestão do risco de mercado
Perante o aumento esperado da participação corporativa, os reguladores na Coreia planeiam implementar salvaguardas sofisticadas. Estas salvaguardas incluiriam restrições de negociação fragmentadas e limites de preço, concebidos para mitigar potenciais impactos na volatilidade do mercado.
O próprio limite de 5% é uma rede de segurança para reduzir a exposição sistémica aos balanços das empresas. Este equilíbrio cuidadoso entre restrição e facilitação reflete as lições aprendidas com relaxamentos regulatórios anteriores noutras jurisdições e a experiência gradual da Coreia com ativos digitais.
Tendências atuais e desempenho dos criptoativos
Nos mercados atuais, os principais ativos digitais estão a registar declínios generalizados. O Bitcoin contribui para cerca de 85,26 mil dólares, com uma queda de 4,96% ao longo de 24 horas, enquanto o Ethereum cai 5,55%, atingindo 2,84 mil dólares. Ao mesmo tempo, a Dogecoin está a cair 5,69%, negociando-se cerca de 0,12 dólares americanos.
A Dogecoin, em particular, ultrapassou o suporte técnico chave a $0,1218 em volume significativo, transformando este nível numa zona de resistência de curto prazo. Os traders acompanham de perto a área entre $0,115 e $0,12 como um nível crítico de decisão para os próximos movimentos de preço.
Perspetiva futura e desenvolvimentos regulatórios na Coreia
Para além das atuais diretrizes de negociação, os participantes do mercado estão também a acompanhar a Lei Básica de Ativos Digitais, prevista para o primeiro trimestre, que poderá estabelecer regras definitivas relativamente a stablecoins e fundos negociados em bolsa de ativos digitais (ETFs).
A abordagem progressivamente pró-cripto da Coreia contrasta com os seus anos de restrições, posicionando o país como um potencial interveniente significativo na adoção institucional na Ásia. Esta transformação regulatória poderá abrir uma nova via de crescimento para os serviços financeiros digitais e para a infraestrutura blockchain.