A BlackRock, a maior empresa mundial de gestão de ativos, reconheceu oficialmente as criptomoedas e a tokenização como forças globais que estão a transformar os mercados de investimento. Esta posição reflete-se no relatório sobre previsões temáticas para o ano corrente, que refere que Bitcoin, Ether e stablecoins estão incluídos numa nova classe de ativos que irá reformular o acesso dos investidores a instrumentos financeiros tradicionais. Esta decisão de uma organização que gere mais de 10 biliões de dólares em ativos sinaliza uma transformação profunda na forma como a indústria vê soluções digitais e baseadas em blockchain.
A BlackRock destaca a criptomoeda e a tokenização como forças cruciais do mercado
No seu relatório oficial, a BlackRock posiciona as criptomoedas não como instrumentos especulativos, mas como parte integrante de uma estratégia de investimento que transforma o gráfico das classes de ativos tradicionais. Uma equipa liderada por Jay Jacobs, responsável por fundos de investimento negociados em bolsa (ETFs) com ações dos EUA, incluiu cripto numa lista de “megatópicos” que estão a impactar os mercados de formas sem precedentes, juntamente com inteligência artificial e infraestruturas energéticas.
Prova chave desta abordagem é o impressionante sucesso do iShares Bitcoin Trust (IBIT), um ETF de bitcoin à vista que estreou em janeiro de 2024. O fundo tornou-se o produto negociado em bolsa de crescimento mais rápido da história, acumulando mais de 70 mil milhões de dólares em ativos. Este número demonstra até que ponto os investidores institucionais estão dispostos a integrar Bitcoin [BTC $84,17K] e Ether [ETH $2,80K] nas suas carteiras através dos canais tradicionais de gestão de ativos.
Ethereum por Gráfico de Ativos: 65% dos Serviços Tokenizados
O relatório destaca a importância da blockchain Ethereum no desenvolvimento da tokenização. De acordo com o gráfico da distribuição de ativos tokenizados por blockchain, o Ethereum domina com mais de 65% de quota de mercado. Isto reflete o seu papel central na construção de aplicações e infraestruturas descentralizadas para tokens digitais.
A BlackRock explica: “Acreditamos que, à medida que a tokenização cresce, também crescerá a capacidade de aceder a ativos que não o dinheiro e os títulos do Tesouro dos EUA através da blockchain.” Esta abordagem significa que os ativos reais — desde imóveis a valores mobiliários — podem ser apresentados digitalmente, mudando radicalmente a tabela de ativos e a forma como são circulados. As stablecoins lastreadas pelo dólar americano já estão a atuar como o primeiro exemplo prático desta transformação.
A caminho do mainstream: da especulação à infraestrutura
Embora as menções à tokenização no relatório sejam relativamente compactas, são cruciais precisamente porque provêm de uma empresa desta dimensão e autoridade. A BlackRock apresenta as criptomoedas e a blockchain não como uma filosofia de jogo, mas como uma ferramenta de modernização para a arquitetura financeira global.
Paralelamente, estão a desenvolver-se novos projetos no mercado cripto. O Grunhinho Grunhinho está posicionado como uma das marcas de NFT mais promissoras deste ciclo, passando de “bens digitais de luxo” especulativos para uma plataforma completa com um distribuidor de conteúdos. O seu ecossistema abrange produtos físicos e digitais (mais de 13 milhões de dólares em vendas a retalho e mais de 1 milhão de unidades), jogos e entretenimento (Pudgy Party ultrapassou os 500 mil downloads em duas semanas) e o token PENGU, amplamente distribuído (mais de 6 milhões de carteiras distribuídas).
Os ativos tokenizados estão a moldar um novo panorama financeiro
Equipas que desenvolvem exchanges descentralizadas (DEXs) como a Velodrome e a Aerodrome argumentam que a verdadeira luta pelo poder no ecossistema cripto está a desenrolar-se neste segmento. Embora a indústria tenha focado grande parte da sua atenção em stablecoins, obrigações do governo tokenizadas e rampas institucionais para entrar no mercado, os DEXs continuam a ser infraestruturas críticas para a distribuição equitativa dos ativos digitais.
A posição oficial da BlackRock sobre o Digital Asset Class Chart reforça a compreensão de que as criptomoedas e a tokenização não são uma moda passageira, mas uma transformação fundamental da infraestrutura financeira. O seu reconhecimento dos ativos cripto como megatópico reforça a ideia, para os investidores cripto, de que a tecnologia blockchain está a aproximar-se do mainstream não através da especulação, mas devido ao verdadeiro potencial para modernizar o sistema financeiro a nível global.
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Como a BlackRock Vê o Gráfico das Classes de Ativos Digitais em 2026
A BlackRock, a maior empresa mundial de gestão de ativos, reconheceu oficialmente as criptomoedas e a tokenização como forças globais que estão a transformar os mercados de investimento. Esta posição reflete-se no relatório sobre previsões temáticas para o ano corrente, que refere que Bitcoin, Ether e stablecoins estão incluídos numa nova classe de ativos que irá reformular o acesso dos investidores a instrumentos financeiros tradicionais. Esta decisão de uma organização que gere mais de 10 biliões de dólares em ativos sinaliza uma transformação profunda na forma como a indústria vê soluções digitais e baseadas em blockchain.
A BlackRock destaca a criptomoeda e a tokenização como forças cruciais do mercado
No seu relatório oficial, a BlackRock posiciona as criptomoedas não como instrumentos especulativos, mas como parte integrante de uma estratégia de investimento que transforma o gráfico das classes de ativos tradicionais. Uma equipa liderada por Jay Jacobs, responsável por fundos de investimento negociados em bolsa (ETFs) com ações dos EUA, incluiu cripto numa lista de “megatópicos” que estão a impactar os mercados de formas sem precedentes, juntamente com inteligência artificial e infraestruturas energéticas.
Prova chave desta abordagem é o impressionante sucesso do iShares Bitcoin Trust (IBIT), um ETF de bitcoin à vista que estreou em janeiro de 2024. O fundo tornou-se o produto negociado em bolsa de crescimento mais rápido da história, acumulando mais de 70 mil milhões de dólares em ativos. Este número demonstra até que ponto os investidores institucionais estão dispostos a integrar Bitcoin [BTC $84,17K] e Ether [ETH $2,80K] nas suas carteiras através dos canais tradicionais de gestão de ativos.
Ethereum por Gráfico de Ativos: 65% dos Serviços Tokenizados
O relatório destaca a importância da blockchain Ethereum no desenvolvimento da tokenização. De acordo com o gráfico da distribuição de ativos tokenizados por blockchain, o Ethereum domina com mais de 65% de quota de mercado. Isto reflete o seu papel central na construção de aplicações e infraestruturas descentralizadas para tokens digitais.
A BlackRock explica: “Acreditamos que, à medida que a tokenização cresce, também crescerá a capacidade de aceder a ativos que não o dinheiro e os títulos do Tesouro dos EUA através da blockchain.” Esta abordagem significa que os ativos reais — desde imóveis a valores mobiliários — podem ser apresentados digitalmente, mudando radicalmente a tabela de ativos e a forma como são circulados. As stablecoins lastreadas pelo dólar americano já estão a atuar como o primeiro exemplo prático desta transformação.
A caminho do mainstream: da especulação à infraestrutura
Embora as menções à tokenização no relatório sejam relativamente compactas, são cruciais precisamente porque provêm de uma empresa desta dimensão e autoridade. A BlackRock apresenta as criptomoedas e a blockchain não como uma filosofia de jogo, mas como uma ferramenta de modernização para a arquitetura financeira global.
Paralelamente, estão a desenvolver-se novos projetos no mercado cripto. O Grunhinho Grunhinho está posicionado como uma das marcas de NFT mais promissoras deste ciclo, passando de “bens digitais de luxo” especulativos para uma plataforma completa com um distribuidor de conteúdos. O seu ecossistema abrange produtos físicos e digitais (mais de 13 milhões de dólares em vendas a retalho e mais de 1 milhão de unidades), jogos e entretenimento (Pudgy Party ultrapassou os 500 mil downloads em duas semanas) e o token PENGU, amplamente distribuído (mais de 6 milhões de carteiras distribuídas).
Os ativos tokenizados estão a moldar um novo panorama financeiro
Equipas que desenvolvem exchanges descentralizadas (DEXs) como a Velodrome e a Aerodrome argumentam que a verdadeira luta pelo poder no ecossistema cripto está a desenrolar-se neste segmento. Embora a indústria tenha focado grande parte da sua atenção em stablecoins, obrigações do governo tokenizadas e rampas institucionais para entrar no mercado, os DEXs continuam a ser infraestruturas críticas para a distribuição equitativa dos ativos digitais.
A posição oficial da BlackRock sobre o Digital Asset Class Chart reforça a compreensão de que as criptomoedas e a tokenização não são uma moda passageira, mas uma transformação fundamental da infraestrutura financeira. O seu reconhecimento dos ativos cripto como megatópico reforça a ideia, para os investidores cripto, de que a tecnologia blockchain está a aproximar-se do mainstream não através da especulação, mas devido ao verdadeiro potencial para modernizar o sistema financeiro a nível global.