O executivo-chefe financeiro da JPMorgan, Jeremy Barnum, levantou preocupações substantivas sobre a estrutura operacional de plataformas como Usual, ENA e Unitas. Seu argumento central é direto: essas plataformas funcionam como intermediários financeiros tradicionais, porém sem as salvaguardas que a indústria bancária desenvolveu ao longo de séculos.
O perigo das ‘sombras bancárias’ no blockchain
Jeremy Barnum explicou que esses protocolos de stablecoins funcionam de forma similar aos bancos convencionais. Eles atraem depósitos de usuários oferecendo rendimentos, criando fluxos de capital que precisam ser alocados em ativos para gerar retorno. Essa dinâmica replica o modelo bancário tradicional, mas sem a supervisão equivalente. Diferentemente dos bancos regulados, essas plataformas operam em uma zona cinzenta regulatória, onde as pressões competitivas incentivam o comportamento de risco.
Deficiências estruturais que multiplicam vulnerabilidades
A análise de Jeremy Barnum identifica três falhas críticas no arcabouço dessas plataformas. Primeiro, a ausência de exigências de capital adequado significa que elas podem operar com bases de capital insuficientes para absorver perdas. Segundo, não possuem sistemas de garantia de depósitos equivalentes aos dos bancos tradicionais, deixando investidores desprotegidos em cenários de stress. Terceiro, essas lacunas regulatórias criam incentivos para comportamentos mais agressivos, elevando significativamente o potencial de instabilidade sistêmica.
A combinação dessas deficiências estruturais, conforme alerta Jeremy Barnum, configura o cenário perfeito para crises financeiras potencialmente graves, replicando ciclos de bolhas e colapsos já observados historicamente no sistema financeiro.
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Jeremy Barnum questiona o modelo de negócio dos stablecoins com rendimento no blockchain
O executivo-chefe financeiro da JPMorgan, Jeremy Barnum, levantou preocupações substantivas sobre a estrutura operacional de plataformas como Usual, ENA e Unitas. Seu argumento central é direto: essas plataformas funcionam como intermediários financeiros tradicionais, porém sem as salvaguardas que a indústria bancária desenvolveu ao longo de séculos.
O perigo das ‘sombras bancárias’ no blockchain
Jeremy Barnum explicou que esses protocolos de stablecoins funcionam de forma similar aos bancos convencionais. Eles atraem depósitos de usuários oferecendo rendimentos, criando fluxos de capital que precisam ser alocados em ativos para gerar retorno. Essa dinâmica replica o modelo bancário tradicional, mas sem a supervisão equivalente. Diferentemente dos bancos regulados, essas plataformas operam em uma zona cinzenta regulatória, onde as pressões competitivas incentivam o comportamento de risco.
Deficiências estruturais que multiplicam vulnerabilidades
A análise de Jeremy Barnum identifica três falhas críticas no arcabouço dessas plataformas. Primeiro, a ausência de exigências de capital adequado significa que elas podem operar com bases de capital insuficientes para absorver perdas. Segundo, não possuem sistemas de garantia de depósitos equivalentes aos dos bancos tradicionais, deixando investidores desprotegidos em cenários de stress. Terceiro, essas lacunas regulatórias criam incentivos para comportamentos mais agressivos, elevando significativamente o potencial de instabilidade sistêmica.
A combinação dessas deficiências estruturais, conforme alerta Jeremy Barnum, configura o cenário perfeito para crises financeiras potencialmente graves, replicando ciclos de bolhas e colapsos já observados historicamente no sistema financeiro.