Jeremy Barnum, Diretor Financeiro do JPMorgan, manifestou sérias preocupações sobre o modelo operacional das plataformas de stablecoin que oferecem rendimentos na blockchain. Segundo o executivo, estas plataformas funcionam essencialmente como instituições financeiras não reguladas, utilizando a tecnologia blockchain como mecanismo para evadir quadros regulatórios que protegem depositantes há séculos.
O modus operandi da Usual, ENA e Unitas: Atrair fundos através de taxas competitivas
As três plataformas mencionadas acima – Usual, ENA e Unitas – seguem um padrão semelhante: atraem capital oferecendo rendimentos que imitam as taxas de juro dos depósitos bancários tradicionais. No entanto, ao contrário das instituições financeiras reguladas, estas plataformas operam sem estarem sujeitas aos mesmos requisitos de supervisão prudencial. Jeremy Barnum aponta que este modelo de negócio replica o comportamento dos intermediários financeiros tradicionais, mas sem as salvaguardas fundamentais que definem a banca convencional.
Lacunas regulatórias: Ausência de limites de capital e cobertura de seguro
O ponto crítico apontado pela direção do JPMorgan reside em duas deficiências estruturais. Em primeiro lugar, estas plataformas carecem de requisitos rigorosos de adequação de capital, o que significa que podem operar com apoio insuficiente perante choques de mercado. Em segundo lugar, os depósitos não são protegidos por esquemas de seguro de depósitos equivalentes aos oferecidos pela regulação bancária. Esta combinação cria um vazio onde os riscos são totalmente transferidos para os utilizadores finais.
Um risco financeiro que replica padrões históricos
Jeremy Barnum alerta que esta evasão estratégica da regulação prudente cria condições propícias a crises financeiras. A história económica do século XX mostra que sistemas financeiros sem supervisão adequada tendem a acumular riscos até ao ponto de gerar colapsos sistémicos. As plataformas de stablecoin de rendimento, segundo a análise do CFO do JPMorgan, apresentam características alarmantemente semelhantes às das instituições não reguladas que precipitaram crises anteriores, especialmente devido à sua dependência da confiança dos depositantes sem garantias tangíveis.
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Jeremy Barnum questiona a natureza regulatória das plataformas de stablecoin de alto rendimento
Jeremy Barnum, Diretor Financeiro do JPMorgan, manifestou sérias preocupações sobre o modelo operacional das plataformas de stablecoin que oferecem rendimentos na blockchain. Segundo o executivo, estas plataformas funcionam essencialmente como instituições financeiras não reguladas, utilizando a tecnologia blockchain como mecanismo para evadir quadros regulatórios que protegem depositantes há séculos.
O modus operandi da Usual, ENA e Unitas: Atrair fundos através de taxas competitivas
As três plataformas mencionadas acima – Usual, ENA e Unitas – seguem um padrão semelhante: atraem capital oferecendo rendimentos que imitam as taxas de juro dos depósitos bancários tradicionais. No entanto, ao contrário das instituições financeiras reguladas, estas plataformas operam sem estarem sujeitas aos mesmos requisitos de supervisão prudencial. Jeremy Barnum aponta que este modelo de negócio replica o comportamento dos intermediários financeiros tradicionais, mas sem as salvaguardas fundamentais que definem a banca convencional.
Lacunas regulatórias: Ausência de limites de capital e cobertura de seguro
O ponto crítico apontado pela direção do JPMorgan reside em duas deficiências estruturais. Em primeiro lugar, estas plataformas carecem de requisitos rigorosos de adequação de capital, o que significa que podem operar com apoio insuficiente perante choques de mercado. Em segundo lugar, os depósitos não são protegidos por esquemas de seguro de depósitos equivalentes aos oferecidos pela regulação bancária. Esta combinação cria um vazio onde os riscos são totalmente transferidos para os utilizadores finais.
Um risco financeiro que replica padrões históricos
Jeremy Barnum alerta que esta evasão estratégica da regulação prudente cria condições propícias a crises financeiras. A história económica do século XX mostra que sistemas financeiros sem supervisão adequada tendem a acumular riscos até ao ponto de gerar colapsos sistémicos. As plataformas de stablecoin de rendimento, segundo a análise do CFO do JPMorgan, apresentam características alarmantemente semelhantes às das instituições não reguladas que precipitaram crises anteriores, especialmente devido à sua dependência da confiança dos depositantes sem garantias tangíveis.