A regulamentação de criptomoedas passa por uma transformação profunda com a implementação da Seção 404 da Lei CLARITY, que proíbe a concessão de recompensas baseadas apenas na manutenção de stablecoins na plataforma. Esta política foi concebida para impedir que stablecoins sejam utilizados como produtos de depósito bancário tradicionais com juros fixos. Essas mudanças representam uma mudança significativa na forma como o ecossistema cripto gerencia os incentivos aos usuários.
Diferenciação entre Recompensas Ativas e Passivas
A lei não proíbe todas as formas de retorno, mas impede modelos de recompensa que dependem exclusivamente de manter ou armazenar stablecoins sem atividades adicionais. Em contrapartida, as plataformas podem oferecer recompensas por atividades específicas: usuários que realizam transações ativas receberão incentivos, aqueles que fornecem liquidez em pools de negociação têm direito a compensações, e participantes no processo de governança ou votação também podem obter benefícios. Essa distinção cria um ecossistema mais dinâmico, incentivando os usuários a participarem ativamente em vez de simplesmente manterem seus ativos.
Requisitos de Transparência e Barreiras de Conformidade
A implementação da Lei CLARITY também exige divulgação completa dos mecanismos de recompensa aos usuários, garantindo que todos compreendam como e por que recebem recompensas. A regulamentação limita o envolvimento direto dos emissores de stablecoins na concepção ou gestão de programas de recompensa, promovendo a independência do sistema de incentivos. Segundo a análise da NS3.AI, essas mudanças representam desafios complexos de conformidade para as plataformas, especialmente na adaptação de infraestrutura técnica e modelos de negócios já existentes. Essas restrições também podem alterar as parcerias estratégicas entre plataformas e emissores de stablecoins, criando uma dinâmica de negócios mais segmentada e organizada na indústria.
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A Lei CLARITY Proíbe Sistemas de Recompensa Passivos para os Detentores de Stablecoins
A regulamentação de criptomoedas passa por uma transformação profunda com a implementação da Seção 404 da Lei CLARITY, que proíbe a concessão de recompensas baseadas apenas na manutenção de stablecoins na plataforma. Esta política foi concebida para impedir que stablecoins sejam utilizados como produtos de depósito bancário tradicionais com juros fixos. Essas mudanças representam uma mudança significativa na forma como o ecossistema cripto gerencia os incentivos aos usuários.
Diferenciação entre Recompensas Ativas e Passivas
A lei não proíbe todas as formas de retorno, mas impede modelos de recompensa que dependem exclusivamente de manter ou armazenar stablecoins sem atividades adicionais. Em contrapartida, as plataformas podem oferecer recompensas por atividades específicas: usuários que realizam transações ativas receberão incentivos, aqueles que fornecem liquidez em pools de negociação têm direito a compensações, e participantes no processo de governança ou votação também podem obter benefícios. Essa distinção cria um ecossistema mais dinâmico, incentivando os usuários a participarem ativamente em vez de simplesmente manterem seus ativos.
Requisitos de Transparência e Barreiras de Conformidade
A implementação da Lei CLARITY também exige divulgação completa dos mecanismos de recompensa aos usuários, garantindo que todos compreendam como e por que recebem recompensas. A regulamentação limita o envolvimento direto dos emissores de stablecoins na concepção ou gestão de programas de recompensa, promovendo a independência do sistema de incentivos. Segundo a análise da NS3.AI, essas mudanças representam desafios complexos de conformidade para as plataformas, especialmente na adaptação de infraestrutura técnica e modelos de negócios já existentes. Essas restrições também podem alterar as parcerias estratégicas entre plataformas e emissores de stablecoins, criando uma dinâmica de negócios mais segmentada e organizada na indústria.