O panorama regulatório para ativos digitais nos Estados Unidos está numa fase crítica de mudança — e neste momento o foco está nos rendimentos de stablecoins e em como serão tratados ao abrigo da lei federal.
📌 Na última semana, os principais responsáveis políticos da Casa Branca realizaram várias reuniões de alto nível que reuniram representantes bancários, grandes empresas de criptomoedas e defensores da indústria para negociar como os rendimentos — ou “recompensas” — sobre stablecoins devem ser regulados.
A questão central é esta: Os detentores de stablecoins como USDC, USDT e outros deveriam poder obter rendimento apenas por mantê-las? Ou esse tipo de rendimento transformaria efetivamente as stablecoins num produto bancário a competir com depósitos tradicionais — algo que a indústria bancária opõe veementemente?
Aqui está o estado das coisas:
🔥 Progresso — mas ainda sem acordo: Apesar de três rodadas de negociações descritas como “construtivas” e “produtivas”, os negociadores ainda não chegaram a um acordo final sobre as disposições de rendimento. Isso continua a ser o maior entrave que impede a aprovação de uma legislação mais ampla sobre criptomoedas atualmente em discussão no Congresso.
📅 Pressão do prazo: A Casa Branca sinalizou urgência ao estabelecer o dia 1 de março como prazo para chegar a um compromisso. Sem isso, a proposta de lei CLARITY — um projeto de quadro regulatório destinado a trazer clareza regulatória aos mercados digitais — pode ficar em suspenso por meses.
🛡️ O que os bancos querem: Grandes grupos bancários argumentam que permitir que stablecoins paguem rendimentos passivos poderia retirar depósitos do sistema bancário tradicional e criar risco sistémico. Eles têm pressionado por limites mais rígidos ou proibições totais às recompensas semelhantes a juros.
🚀 Onde se posiciona a Casa Branca: Fontes próximas às negociações sugerem que a Casa Branca está aberta a estruturas limitadas de recompensas de stablecoins que não se assemelhem a pagamentos de juros tradicionais, sinalizando um possível caminho de compromisso. Mas a linguagem e os limites ainda estão a ser negociados.
📊 O que isto significa para os mercados: Se os legisladores implementarem limites rigorosos ou proibições aos rendimentos de stablecoins, isso poderá desacelerar algumas inovações de recompensas em DeFi e levar os utilizadores a plataformas descentralizadas alternativas. Por outro lado, um compromisso equilibrado pode aumentar a confiança institucional e catalisar uma adoção mais ampla. Estes resultados não são apenas regulatórios — eles impactam os fluxos de capital em ecossistemas de criptomoedas e finanças tradicionais.
Resumindo: o debate sobre os rendimentos de stablecoins está longe de estar resolvido — mas está a moldar o futuro quadro regulatório para ativos digitais nos EUA e provavelmente influenciará abordagens regulatórias globais nos próximos anos.
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O panorama regulatório para ativos digitais nos Estados Unidos está numa fase crítica de mudança — e neste momento o foco está nos rendimentos de stablecoins e em como serão tratados ao abrigo da lei federal.
📌 Na última semana, os principais responsáveis políticos da Casa Branca realizaram várias reuniões de alto nível que reuniram representantes bancários, grandes empresas de criptomoedas e defensores da indústria para negociar como os rendimentos — ou “recompensas” — sobre stablecoins devem ser regulados.
A questão central é esta:
Os detentores de stablecoins como USDC, USDT e outros deveriam poder obter rendimento apenas por mantê-las? Ou esse tipo de rendimento transformaria efetivamente as stablecoins num produto bancário a competir com depósitos tradicionais — algo que a indústria bancária opõe veementemente?
Aqui está o estado das coisas:
🔥 Progresso — mas ainda sem acordo:
Apesar de três rodadas de negociações descritas como “construtivas” e “produtivas”, os negociadores ainda não chegaram a um acordo final sobre as disposições de rendimento. Isso continua a ser o maior entrave que impede a aprovação de uma legislação mais ampla sobre criptomoedas atualmente em discussão no Congresso.
📅 Pressão do prazo:
A Casa Branca sinalizou urgência ao estabelecer o dia 1 de março como prazo para chegar a um compromisso. Sem isso, a proposta de lei CLARITY — um projeto de quadro regulatório destinado a trazer clareza regulatória aos mercados digitais — pode ficar em suspenso por meses.
🛡️ O que os bancos querem:
Grandes grupos bancários argumentam que permitir que stablecoins paguem rendimentos passivos poderia retirar depósitos do sistema bancário tradicional e criar risco sistémico. Eles têm pressionado por limites mais rígidos ou proibições totais às recompensas semelhantes a juros.
🚀 Onde se posiciona a Casa Branca:
Fontes próximas às negociações sugerem que a Casa Branca está aberta a estruturas limitadas de recompensas de stablecoins que não se assemelhem a pagamentos de juros tradicionais, sinalizando um possível caminho de compromisso. Mas a linguagem e os limites ainda estão a ser negociados.
📊 O que isto significa para os mercados:
Se os legisladores implementarem limites rigorosos ou proibições aos rendimentos de stablecoins, isso poderá desacelerar algumas inovações de recompensas em DeFi e levar os utilizadores a plataformas descentralizadas alternativas. Por outro lado, um compromisso equilibrado pode aumentar a confiança institucional e catalisar uma adoção mais ampla. Estes resultados não são apenas regulatórios — eles impactam os fluxos de capital em ecossistemas de criptomoedas e finanças tradicionais.
Resumindo: o debate sobre os rendimentos de stablecoins está longe de estar resolvido — mas está a moldar o futuro quadro regulatório para ativos digitais nos EUA e provavelmente influenciará abordagens regulatórias globais nos próximos anos.