Quando ensinava nos Estados Unidos, frequentemente realizava sessões de exercícios com os estudantes nas suas horas livres — horas escolhidas por ele. Os estudantes apreciavam muito, embora obviamente nem todos pudessem participar. Não explicava material novo: simplesmente servia para aprofundar o que já tinha sido abordado em aula.


Imagina se alguém tivesse reclamado dizendo que não podia aproveitar aquela ajuda extra porque tinha de trabalhar ou tinha de ir a um jogo de futebol. Isso nunca aconteceu.
Se na época existisse o YouTube, teria usado exatamente da mesma forma: talvez sem insistir na participação ao vivo, mas pedindo aos estudantes que assistissem ao vídeo até uma certa data e deixassem um comentário ou uma resposta. Schiettini simplesmente propôs formas criativas e modernas de aprender. Por isso, deveria ser elogiado, não acusado.
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