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A actual actualização central do Ethereum entrou na era do “pós-fusão”, marcada por uma evolução contínua. Seguem-se os principais progressos atuais e a rota futura:
✅ Atualizações centrais já concluídas
The Merge (fusão): Concluída em setembro de 2022; a rede mudou de Prova de Trabalho (PoW) para Prova de Participação (PoS), reduzindo de forma significativa o consumo de energia.
Shapella (atualização de Xangai): Concluída em abril de 2023; ativou a funcionalidade de resgate do ETH em staking, colocando o ecossistema de staking numa fase de maturidade.
Dencun (atualização de Cancún): Concluída em março de 2024; através da EIP-4844, introduziu transações Blob, reduzindo significativamente as taxas da Layer 2.
🚀 Atualizações recentes implementadas e em curso
Atualização Pectra: Ativada em maio de 2025. O seu núcleo é a introdução do EIP-7702, que permite que contas externas (EOA) desempenhem temporariamente o papel de carteiras de contratos inteligentes, melhorando de forma notável a experiência de transação. Além disso, elevou o limite máximo de staking por validador de 32 ETH para 2048 ETH.
Atualização Fusaka: Concluída em dezembro de 2025. Introduziu o PeerDAS, um passo crucial para concretizar a fragmentação (sharding) de dados, aumentando ainda mais a disponibilidade de dados e reduzindo os custos da Layer 2.
🔮 Prioridades para 2026 e além
As próximas atualizações vão passar do aumento de capacidade (scaling) para reformas mais profundas da arquitetura de rede.
Atualização Glamsterdam (prevista para meados de 2026)
O núcleo é a introdução do ePBS, com o objetivo de separar os papéis de construtores de blocos e de proponentes, de modo a mitigar os riscos de centralização do MEV e os problemas de censura de transações.
Prevê-se aumentar significativamente o limite de Gas, com o objetivo de levar a capacidade de throughput da rede a novos patamares.
Atualização Hegota (prevista para o final de 2026)
O núcleo é a introdução de árvores Verkle e de clientes sem estado. Isto fará com que a quantidade de dados necessária para executar um nó completo diminua exponencialmente; o objetivo é permitir que hardware de consumo comum consiga executar nós com facilidade, reforçando fundamentalmente a descentralização e a segurança da rede.
Segurança a longo prazo (computação resistente a quântica)
A Ethereum Foundation já lançou o plano de longo prazo “Lean Ethereum”, com o objetivo de, entre 2028 e 2032, disponibilizar algoritmos de criptografia pós-quântica através da implementação pós-fusão (deployment), dotando a rede de capacidade para resistir a ataques de computação quântica.
Resumo: o caminho de desenvolvimento do Ethereum é muito claro. As atualizações recentes (Pectra, Fusaka) têm vindo a melhorar continuamente a experiência do utilizador e a escalabilidade. As futuras atualizações (Glamsterdam, Hegota) vão centrar-se em resolver riscos de centralização mais profundos (através do ePBS) e o problema de inchaço do estado (através das árvores Verkle), lançando as bases para a descentralização e a segurança a longo prazo da rede.