Futuros
Aceda a centenas de contratos perpétuos
TradFi
Ouro
Plataforma de ativos tradicionais globais
Opções
Hot
Negoceie Opções Vanilla ao estilo europeu
Conta Unificada
Maximize a eficiência do seu capital
Negociação de demonstração
Introdução à negociação de futuros
Prepare-se para a sua negociação de futuros
Eventos de futuros
Participe em eventos para recompensas
Negociação de demonstração
Utilize fundos virtuais para experimentar uma negociação sem riscos
Lançamento
CandyDrop
Recolher doces para ganhar airdrops
Launchpool
Faça staking rapidamente, ganhe potenciais novos tokens
HODLer Airdrop
Detenha GT e obtenha airdrops maciços de graça
IPO
Desbloquear acesso completo a IPO de ações globais
Pontos Alpha
Negoceie ativos on-chain para airdrops
Pontos de futuros
Ganhe pontos de futuros e receba recompensas de airdrop
Investimento
Simple Earn
Ganhe juros com tokens inativos
Investimento automático
Invista automaticamente de forma regular.
Investimento Duplo
Aproveite a volatilidade do mercado
Soft Staking
Ganhe recompensas com staking flexível
Empréstimo de criptomoedas
0 Fees
Dê em garantia uma criptomoeda para pedir outra emprestada
Centro de empréstimos
Centro de empréstimos integrado
Tenho visto circular várias previsões sobre o ouro recentemente e devo dizer que o quadro que emerge é bastante interessante. Praticamente todas as principais instituições financeiras convergem numa coisa: o ouro continua a subir, mesmo que a ritmos diferentes.
Para 2026, onde estamos agora, as estimativas oscilam entre os 2.800-3.100 dólares. Goldman Sachs, UBS, BofA, JPMorgan e Citi Research têm todas projeções que se concentram entre os 2.700-2.850. InvestingHaven, por outro lado, é mais otimista, com alvo a 3.100. O curioso é que estas previsões para o ouro daqui a 10 anos, ou seja, por volta de 2030, falam de um possível pico em torno dos 5.000 dólares.
Mas o que realmente impulsiona o preço do ouro? Segundo a análise que li, o fator principal não é a oferta e procura como muitos acreditam, mas sim as expectativas de inflação. O ouro brilha em contextos inflacionistas, e é por isso que a correlação com o TIP ETF é tão forte. Depois, há as dinâmicas monetárias — a base monetária M2 e o índice de preços ao consumidor continuam a crescer, o que sustenta uma tendência de alta.
Olhando para os gráficos a longo prazo, o padrão é impressionante: após um consolidação de uma década entre 2013 e 2023, o ouro completou uma formação de copo com pega que é classicamente de alta. E não é só em dólares — o ouro começou a estabelecer novos máximos históricos praticamente em todas as moedas globais desde o início de 2024.
Há também fatores secundários a considerar: o euro está numa fase de alta, os rendimentos dos Treasury não devem subir mais com os cortes de taxas à vista, e isso cria um ambiente favorável. A única nota de cautela vem das posições vendidas líquidas dos traders comerciais no mercado de futuros, que permanecem muito elevadas e podem limitar uma aceleração demasiado rápida.
A tese que emerge é a de um mercado de alta "fraco" do ouro — não uma explosão imediata, mas uma subida constante nos próximos anos. As previsões para o ouro daqui a 10 anos sugerem que o verdadeiro movimento acelerado pode chegar mais tarde na década.
Um detalhe interessante: a previsão do InvestingHaven para 2021 não se concretizou, mas nos últimos 5 anos consecutivos as suas projeções foram surpreendentemente precisas. Em 2024, tinham previsto 2.200-2.555 e o alvo foi atingido até agosto.
Quanto à prata, parece que está prestes a iniciar a sua fase de alta mais agressiva. A relação ouro/prata a 50 anos sugere que o metal prateado tende a reagir em alta numa fase posterior do mercado de alta do ouro, com um alvo potencial por volta dos 50 dólares.
Portanto, se alguém me perguntar para onde vai o ouro nos próximos anos, a resposta é: para cima, mas não de forma linear. Haverá momentos de fraqueza, mas a tendência dominante permanece de alta enquanto o ouro não cair e ficar abaixo dos 1.770 dólares — uma eventualidade que os analistas consideram pouco provável.