Os reguladores de Hong Kong estão a avançar com planos para introduzir quadros de licenciamento dedicados para operadores e custodiante de ativos virtuais (VA), consolidando ainda mais a posição da cidade como um centro líder de ativos digitais na Ásia. Este desenvolvimento contrasta fortemente com a abordagem restritiva da China continental em relação às criptomoedas.
Principais Destaques
O Departamento de Serviços Financeiros e do Tesouro (FSTB) e a Comissão de Valores Mobiliários e Futuros (SFC) irão propor legislação para operadores e custodiante de VA.
A iniciativa faz parte do roteiro abrangente “ASPIRe” da SFC para estabelecer Hong Kong como um centro global de ativos virtuais.
Uma consulta separada sobre a regulamentação de serviços de aconselhamento e gestão de ativos de VA está aberta até janeiro de 2026.
Expansão do Quadro Regulatório
As regras propostas irão incluir mesas de negociação (OTC), corretores e custodiante fora de bolsa sob a mesma supervisão que plataformas licenciadas. Os operadores terão requisitos comparáveis aos tradicionais escritórios de valores mobiliários, enquanto os custodiante deverão cumprir padrões rigorosos para gestão de chaves privadas e segregação de ativos dos clientes.
Christopher Hui, Secretário de Serviços Financeiros e do Tesouro, descreveu a medida como um “passo importante na melhoria do nosso quadro legal para ativos digitais.”
Isto complementa a licença existente para plataformas de negociação de VA, criando um ecossistema mais completo para a participação institucional.
Foco na Roteiro “ASPIRe” mais Amplo
Os regimes de operadores e custodiante são pilares centrais da estratégia de cinco partes “ASPIRe” da SFC, destinada a posicionar Hong Kong como um centro global de destaque para ativos virtuais.
A abordagem enfatiza a inovação juntamente com uma proteção robusta aos investidores, diferenciando-se deliberadamente das restrições gerais da China continental.
Uma consulta simultânea de um mês aborda os serviços de aconselhamento e gestão de VA, com legislação prevista para chegar ao Conselho Legislativo em 2026.
Implicações para Adoção Institucional
A licenciamento de custodiante resolve uma grande barreira para o capital institucional: risco de contraparte e risco operacional. Padrões claros para a guarda de ativos devem desbloquear maiores fluxos do setor financeiro tradicional.
O quadro também prepara o terreno para produtos avançados—derivados estruturados, valores tokenizados e integração DeFi de nível institucional—garantindo cobertura regulatória ao longo de toda a cadeia de valor.
Observadores do setor antecipam estratégias aceleradas de bancos globais e gestores de ativos, usando Hong Kong como ponto de entrada em conformidade para os mercados asiáticos.
Vantagem Competitiva na Ásia
A postura proativa de Hong Kong intensifica sua rivalidade com Singapura, que também tem perseguido políticas favoráveis às criptomoedas.
Ao oferecer regulamentação de ponta a ponta—desde plataformas de negociação até custódia e serviços de aconselhamento—Hong Kong pretende atrair instituições que buscam clareza e escala.
Com a aproximação de 2026, esses desenvolvimentos sinalizam um ambiente regulatório maduro, projetado para equilibrar inovação com supervisão, potencialmente impulsionando um engajamento institucional sustentado na região.
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Hong Kong Alvo 2026 para Novo Regime de Licenciamento de Distribuidores e Custodiante de Criptomoedas
Os reguladores de Hong Kong estão a avançar com planos para introduzir quadros de licenciamento dedicados para operadores e custodiante de ativos virtuais (VA), consolidando ainda mais a posição da cidade como um centro líder de ativos digitais na Ásia. Este desenvolvimento contrasta fortemente com a abordagem restritiva da China continental em relação às criptomoedas.
Principais Destaques
Expansão do Quadro Regulatório
As regras propostas irão incluir mesas de negociação (OTC), corretores e custodiante fora de bolsa sob a mesma supervisão que plataformas licenciadas. Os operadores terão requisitos comparáveis aos tradicionais escritórios de valores mobiliários, enquanto os custodiante deverão cumprir padrões rigorosos para gestão de chaves privadas e segregação de ativos dos clientes.
Christopher Hui, Secretário de Serviços Financeiros e do Tesouro, descreveu a medida como um “passo importante na melhoria do nosso quadro legal para ativos digitais.”
Isto complementa a licença existente para plataformas de negociação de VA, criando um ecossistema mais completo para a participação institucional.
Foco na Roteiro “ASPIRe” mais Amplo
Os regimes de operadores e custodiante são pilares centrais da estratégia de cinco partes “ASPIRe” da SFC, destinada a posicionar Hong Kong como um centro global de destaque para ativos virtuais.
A abordagem enfatiza a inovação juntamente com uma proteção robusta aos investidores, diferenciando-se deliberadamente das restrições gerais da China continental.
Uma consulta simultânea de um mês aborda os serviços de aconselhamento e gestão de VA, com legislação prevista para chegar ao Conselho Legislativo em 2026.
Implicações para Adoção Institucional
A licenciamento de custodiante resolve uma grande barreira para o capital institucional: risco de contraparte e risco operacional. Padrões claros para a guarda de ativos devem desbloquear maiores fluxos do setor financeiro tradicional.
O quadro também prepara o terreno para produtos avançados—derivados estruturados, valores tokenizados e integração DeFi de nível institucional—garantindo cobertura regulatória ao longo de toda a cadeia de valor.
Observadores do setor antecipam estratégias aceleradas de bancos globais e gestores de ativos, usando Hong Kong como ponto de entrada em conformidade para os mercados asiáticos.
Vantagem Competitiva na Ásia
A postura proativa de Hong Kong intensifica sua rivalidade com Singapura, que também tem perseguido políticas favoráveis às criptomoedas.
Ao oferecer regulamentação de ponta a ponta—desde plataformas de negociação até custódia e serviços de aconselhamento—Hong Kong pretende atrair instituições que buscam clareza e escala.
Com a aproximação de 2026, esses desenvolvimentos sinalizam um ambiente regulatório maduro, projetado para equilibrar inovação com supervisão, potencialmente impulsionando um engajamento institucional sustentado na região.