Aqui está uma realidade dura: nem todos os governos usam os impostos da maneira correta. No Quénia, a situação virou—a arrecadação de impostos na verdade agravou a pobreza. Parece contraintuitivo? Os números contam a história. Quando se combina os padrões de tributação e despesa do governo no Quénia, o efeito líquido empurrou a pobreza para cima em 2,7 pontos percentuais só em 2022. Compare isso com países onde a política fiscal funciona como deveria—onde os impostos financiam redes de segurança social que realmente tiram as pessoas da pobreza. O caso do Quénia é diferente. O peso da tributação supera os benefícios que os residentes recebem de transferências e serviços do governo. É um lembrete de que o desenho da política econômica importa. Você pode ter todas as intenções certas, mas se a mecânica estiver quebrada, as pessoas pagam o preço—literalmente.
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LiquidityWitch
· 7h atrás
Esta questão do Quénia é incrível... os impostos acabam por tornar os pobres ainda mais pobres, não é exatamente uma tragédia no design do mecanismo. Por outro lado, muitos projetos na cadeia também funcionam assim, taxas altas de gás afastam diretamente os investidores de varejo.
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LeverageAddict
· 7h atrás
O caso do Quénia é realmente absurdo... Os impostos acabam por agravar a pobreza? Isto é um exemplo clássico de um colapso total no design das políticas
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OnChainDetective
· 8h atrás
mano, a proporção de impostos para a pobreza no Quénia está literalmente na direção oposta... um aumento de 2,7% num ano? isso não é apenas uma má política, é uma extração sistemática de riqueza disfarçada de governação. segui o padrão através das suas declarações fiscais e, para ser honesto, o mecanismo grita alocação indevida deliberada. um clássico rugpull, mas a nível nacional lmao
Aqui está uma realidade dura: nem todos os governos usam os impostos da maneira correta. No Quénia, a situação virou—a arrecadação de impostos na verdade agravou a pobreza. Parece contraintuitivo? Os números contam a história. Quando se combina os padrões de tributação e despesa do governo no Quénia, o efeito líquido empurrou a pobreza para cima em 2,7 pontos percentuais só em 2022. Compare isso com países onde a política fiscal funciona como deveria—onde os impostos financiam redes de segurança social que realmente tiram as pessoas da pobreza. O caso do Quénia é diferente. O peso da tributação supera os benefícios que os residentes recebem de transferências e serviços do governo. É um lembrete de que o desenho da política econômica importa. Você pode ter todas as intenções certas, mas se a mecânica estiver quebrada, as pessoas pagam o preço—literalmente.